Página Principal > Saúde & Tecnologia > FDA proibe luvas com talco; entenda aqui

FDA proibe luvas com talco; entenda aqui

Após uma extensa revisão dos benefícios e riscos, o Food and Drug Administration (FDA), agência regulatória dos EUA para medicamentos, emitiu uma proibição contra o uso de luvas médicas com talco.

A decisão foi publicada no final de dezembro, com base em uma grande revisão dos benefícios e riscos do uso de luvas com talco em cirurgias e na prática clínica. A comercialização do produto também foi banida, junto com a utilização de pó absorvível para lubrificação de luvas cirúrgicas.

Entre os riscos, o FDA destaca: inflamação grave das vias aéreas, reações de hipersensibilidade (incluindo asma), rinite alérgica, conjuntivite, dispneia, granuloma e adesões em peritônio. Em contrapartida, o único benefício associado às luvas talcadas foi a facilidade de aplicação e remoção e maior conforto.

A agência estima que a proibição, destinada a reduzir estes riscos, pode proporcionar um benefício de 30 milhões de dólares por ano. A proibição não se aplica às luvas utilizadas na preparação de alimentos ou como proteção durante uma radiografia.

Veja também: ‘Bactéria pode ser transferida da luva para as superfícies’

Prevenção

A luva talcada ainda é permitida no Brasil, por isso, é fundamental seguir algumas orientações. Devido às dificuldades de remoção do talco nas luvas, a prevenção da contaminação é o método mais eficaz para evitar complicações. Para isso, o talco deve estar somente na face interna das luvas e na quantidade mínima necessária para a lubrificação.

Você acha que as luvas talcadas devem ser proibidas também no Brasil? Queremos ouvir sua opinião!

Você acha que as luvas com talco devem ser proibidas no Brasil também?

Ver resultados

Carregando ... Carregando ...

As melhores condutas médicas você encontra no Whitebook. Baixe o aplicativo #1 dos médicos brasileiros. Clique aqui!

Referências:

  • FDA Bans Powdered Medical Gloves. PracticeUpdate. Availabe at: http://www.practiceupdate.com/c/47724/3/6/?elsca1=emc_enews_top-10&elsca2=email&elsca3=practiceupdate_primary&elsca4=primary-care&elsca5=newsletter&rid=MTQ5OTIzMDcwNzc1S0&lid=10332481
  • http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/cienciasmedicas/article/viewFile/1350/1324

Comentários

Texto

Deixe uma resposta