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colega consolando médico triste

Violência no trabalho: diretriz indica como evitar

Profissionais de saúde enfrentam riscos significativos de violência no trabalho. Uma recente pesquisa do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) mostrou que 75% dos médicos e enfermeiros já sofreram algum tipo de agressão, seja verbal, psicológica ou até mesmo física. Para ajudar os profissionais na prevenção da violência nesse cenário, o Occupational Safety and Health Administration (OSHA) publicou novas diretrizes. Veja aqui os principais pontos.

Identificando os riscos de violência no trabalho

Fatores de risco relacionados ao paciente e/ou ambiente:
– Trabalhar diretamente com pessoas que têm história de violência, abuso de drogas ou álcool, membros de facções e familiares de pacientes;
– Trabalhar sozinho em uma instituição ou em domicílios de pacientes;
– Ambientes com corredores, quartos, estacionamentos e outras áreas com pouca iluminação;
– Ausência de meios de comunicação de emergência.

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Fatores de risco organizacionais:
– Falta de políticas e treinamento para reconhecer e gerenciar comportamentos agressivos e hostis de pacientes, visitantes ou funcionários;
– Trabalhar com escassez de pessoal – especialmente durante as refeições e horários de visita;
– Longas esperas para pacientes e salas de espera desconfortáveis e superlotadas;
– Movimento irrestrito do público em clínicas e hospitais.

O guideline do OSHA também apresenta sugestões para programas de prevenção da violência. Para ver todos os pontos da nova publicação, clique aqui.



Referências:

  • Occupational Safety and Health Administration. Guidelines for Preventing Workplace Violence for Health Care and Social Service Workers. http://www.osha.gov/Publications/osha3148.pdf

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