Página Principal > Caso Clínico > Caso clínico: qual a causa da piora súbita do paciente?

Caso clínico: qual a causa da piora súbita do paciente?

Homem, 61 anos, tabagista (46 anos/maço), hipertenso sem tratamento, chega ao pronto-socorro com fortíssima dor precordial iniciada ha 30 minutos. Enquanto era procedido o atendimento e sendo realizado o ECG, ele, subitamente, ficou taquicárdico, sudoreico, com sensação de desfalecimento e pressão arterial inaudível.

Quer receber diariamente notícias médicas no seu WhatsApp? Cadastre-se aqui!

ECG-2 Caso clínico: qual a causa da piora súbita do paciente?

Qual o laudo do ECG? Qual a causa da piora súbita do paciente? Diga a conduta a ser feita diante do quadro acima.

Resposta

Laudo ECG: fase aguda de IAM CSSST na parede inferior. O traçado evidência fibrilação atrial com BAVT (provavelmente pré-Hissiano). Uma extrassístole ventricular com fenômeno R/T desencadeou TV monomórfica, que foi o responsável pela piora súbita do paciente, sem pulso.

Conduta: desfibrilação imediata para a reversão da taquicardia ventricular e, após, abrir a artéria relacionada (provavelmente a artéria coronária direita) com trombolítico venoso e/ou angioplastia + ancorarem de stent. O BAVT foi ocasionado por isquemia do NAV e a fibrilação atrial pela isquemia atrial. Provavelmente o BAVT e a fibrilação atrial reverterão, pois ambas têm etiologia isquêmica.

Gostou desse caso clínico? Veja mais em www.facebook.com/neifsathlermusse.

Autor:

neif-musse Caso clínico: qual a causa da piora súbita do paciente?

25 Comentários

  1. Fibrilacão ventricular, a conduta é desfibrilacão ventricular com 360 j com desfibirlador monomorfico ou 200 j com desfibrilador dimorfico, pode-se aplicar amiodarona se não reverter no primeiro intento

    • DJALMA ARAUJO LUZ

      Infarto agudo do miocárdio com taquicardia ventricular (sem pulso). Desfibrilação + reperfusão

  2. bloqueio de rama esquerda.

  3. Dissecção aortica, intervençao cirurgica imediata.

  4. IAM com Supra nivelamento do segmento St, e que devido a lesão isquêmica evolui com taquicardia ventricular. (Minha hipótese). Seguindo essa linha, a clínica apresentada poderia ser hipotensão, síncope ou PCR. Aguardo a resolução do caso. Abraço

  5. DIEGO OSCAR MELO CAMBRAIA

    IAM com supra desnivelamento de ST + BAVT que evolui com uma Taquicardia Supraventricular

  6. Paciente deu entrada com quadro de SCA
    Ecg com possível IAM COMSST EVOLUINDO PARA TAQUICARDIA VENTRICULAR RITMO PASSÍVEL DE RITMO CHOCAVEL…..
    Piora devido a obstrução da coronária

  7. Claudia Cangussu pontes

    IAM com taquicardia ventricular

  8. IAM CSST, posterior evolução para tv com pulso e portanto cardioversão elétrica. posteriormente se atingida estabilidade hemodinâmica, cateterismo de resgate ou trombolise química.

  9. Iam com supra ST, evoluindo com bradicardia e taquicardia ventricular. Conduta desfibrilação imediata

  10. Mateus Ribeiro

    Fibrilação ventricular, seguido de assistolia

  11. BAVT evoluindo com taquicardia de complexo QRS largo monomorfica

  12. Iam com supra que evoluiu com taquicardia ventricular sem pulso, diagnostico de parada cardiaca. Tratam desfibrilacao

  13. Iam com supra q evolui com taqui ventric sem pulso que é PCr. Tratam desfibrilacao

  14. Taquicardia ventricular.

  15. IAMCSST + BAVT, evoluindo para TV (com pulso ou sem pulso, depende da avaliação no momento). Se ausência de pulso, RCP e desfibrilação. Se pulso, choque sincronizado 100 – 200 J bifásico pela instabilidade hemodinâmica. Laboratório de hemodinâmica imediatamente.

  16. Sotirios Pegos

    Não vi onda p, o ritmo me parece ser puramente anômalo, gerado pelos ventrículos. Acho que precisa reverter e implantar marca passo.

  17. Taquiarritmia venteicular do tipo torsade de points
    Conduta:desfibrilador e magnésio ev

  18. Iam, seguido de taquicardia ventricular sem pulso. Primeiro tentar reverter a arritmia, cardioversão elétrica. Voltando ao ritmo sinusal, deve-se entrar com o protocolo de Iam, neste caso 300 gramas de clopidogrel, captopril 50 no caso de has. Avaliar necessidade de ventilação mecânica.( monitorar Pressão Artérial), monitorização cardíaca, hemodinâmica, gasometria e fazer a curva enzimática: ckmb, troponina LDHe PCR. Avaliar função hepática e renal, como diganostico difetencial.Avaliar a possibilidade de trombólise (delta tempo) e história pregressa de doença. Pós Iam seguir com cateterismo vascular e ecodoppler e avaliar o dano e formular estratégia para a recuperação cardíaca.

  19. Infarto Agudo Do Miocárdio com supra de ST e Taquicadia Ventricular / Conduta :Desfibrilação e Cineangiocoronariografia de urgência .

  20. IAM agudo, a arritmia decorrente de lesão isquemica aguda, embolia pumonar ou aneurisma de ponta.

  21. IAM com supra do S-ST, BAV Total, evoluindo co FV, Cd: desfibrilação elétrica com 300 ou 400 J.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

A moderação do comentário está habilitada. Seu comentário pode demorar algum tempo para aparecer.