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O risco de infecção de devices implantáveis, marca-passo e desfibriladores (CDI), pode chegar a 11% em 25 anos. A maioria são infecções da loja (“pocket infections”), e a menor parte apresenta bacteremia e sepse. O risco de recorrência é altíssimo, quase 100%, quando o device não é removido, e esta é a recomendação das principais diretrizes mundiais.

Em um estudo apresentado no congresso do American College of Cardiology (ACC 2022), foi avaliada uma coorte de pacientes dos EUA, do Medicare, com infecção tardia, após 12 meses do implante.

infecções causadas por marca-passo e desfibriladores

Infecções de marca-passo e desfibriladores

De um total de 1 milhão de pacientes com device, 11 mil (1,1%) apresentaram infecção. A idade média era de 75 anos, 40% mulheres e 90% coronariopatas. A infecção ocorreu em média 3,7 anos após o implante; 80% dos pacientes não realizaram a extração do aparelho e apenas 13% retiraram o device nos primeiros seis dias.

A mortalidade foi de 30% em média, mas o risco foi maior no grupo com extração tardia e naqueles que não fizeram a extração. A remoção precoce (até seis dias) do device apresentou o menor risco, com HR de 0,59 (IC 95% 0,52-0,67).

Mensagem prática

Sempre que possível, o ideal é a retirada do device, tratamento da infecção para só então realizar um novo implante. A “não retirada” deve ficar reservada para pacientes sem condições clínicas, como uma exceção, e não como a regra.

Estamos acompanhando o congresso americano de cardiologia. Fique ligado no Portal PEBMED e em nosso Twitter e Instagram.

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#Presented at 2022 American College of Cardiology Scientific Sessions. April 03, 2022.
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