Página Principal > Colunistas > Acesso profundo e PAM: riscos e medidas preventivas
acesso venoso

Acesso profundo e PAM: riscos e medidas preventivas

Tempo de leitura: 2 minuto.

Quem nunca precisou de um acesso profundo ou PAM no plantão? Um artigo recente da Emergency Medicine Clinics fez uma revisão sobre os riscos e medidas preventivas dos acessos venosos profundos e arterial invasivo (“PAM”) e nós separamos para vocês os principais pontos do texto.

Acesso venoso profundo

tabela acesso venoso profundo

Acesso arterial

tabela Acesso arterial

*A CDC (EUA) recomendam apenas quando há previsão do cateter ficar por mais de 5 dias e a unidade apresenta altas taxas de infecção de cateter a despeito de seguir as demais medidas preventivas.
**Considerada como “sugestão” em cateteres de hemodiálise em pacientes cujo acesso vascular é difícil.
***O cateter com suspeita de infecção pode ser mantido no lugar caso seja permanente desde que não haja sinais locais de infecção e não haja sinais de gravidade (Sepse-3). Não é mais recomendada cultura da ponta de cateter nem de hemocultura coletada de dentro do lúmen.
****Há autores que argumentam pela manutenção do cateter quando ele está patente, o acesso vascular é difícil e não há repercussão clínica, pois a maioria dos casos é assintomática e o risco de embolia é menor que em um cenário de TVP.
*****Apesar do uso de anticoagulantes estar associado com maior risco de sangramento, o autor do artigo diz que não há contraindicação para acesso jugular nem femoral e o da subclávia deve ser ponderado risco x benefício.
******Evidências para oxigênio hiperbárico são maiores nas primeiras 6 horas após evento.

Autor:

Referências:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.