Agonistas GLP-1 e inibidores SGLT2: saiba mais sobre essas terapias antidiabéticas - PEBMED

Agonistas GLP-1 e inibidores SGLT2: saiba mais sobre essas terapias antidiabéticas

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Tanto os agonistas/análogos GLP-1 quanto os inibidores do receptor SGLT2 caíram nas graças dos cardiologistas por se tratarem de terapias antidiabéticas que mudam desfechos cardiovasculares. Portanto, vamos listar algumas curiosidades sobres essas drogas.

Leia também: ADA 2021: novos estudos com agonistas de GLP-1 para controle do diabetes

Agonistas GLP-1 e inibidores SGLT2 saiba mais sobre essas terapias antidiabéticas

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Análogos GLP-1 e inibidores SGLT2

Os análogos GLP-1 costumam ser drogas injetáveis, subcutâneas. A frequência das doses pode variar desde diária até semanal. A exceção a regra é a semaglutida oral. Já os inibidores SGLT2 costumam ser drogas orais. Além de reduzir os níveis glicêmicos esses medicamentos agem na redução do peso corporal e da hipertensão. Essas drogas mostraram benefícios na redução da mortalidade cardiovascular, na redução da incidência de eventos cardiovasculares, hospitalizações por insuficiência cardíaca e redução da progressão da doença renal.

Utilização

Deve-se ter um cuidado especial com pacientes com doença renal avançada quando se pretende iniciar os inibidores SGLT2, atenção deve ser dada aos efeitos colaterais possíveis como infecção urinária e cetoacidose diabética.

Esses medicamentos podem ser utilizados mesmo em pacientes sem diabetes. Os inibidores SGLT2 mostraram benefício em pacientes com insuficiência cardíaca ou doença renal crônica, e os análogos GLP-1 são utilizados no tratamento da obesidade e em pacientes com alto risco ou doença cardiovascular estabelecida. Em pacientes diabéticos essas características devem ser motivo de priorização dessas medicações.

Saiba mais: Desfechos cardiovasculares da junção de um inibidor SGLT2 e um agonista GLP-1

São medicamentos contraindicados na gestação e amamentação. Os análogos GLP-1 ainda são contraindicados em pacientes com história familiar de neoplasia endócrina múltipla tipo 2 e câncer medular de tireoide.

Os médicos devem garantir que o rastreamento da retinopatia seja feito antes do início dos agonistas do receptor de GLP-1 (apenas para a semaglutida).

O uso em conjunto das duas drogas parece promissor e alguns estudos estão em andamento para avaliar o efeito desses medicamentos em diferentes populações. 

Autor(a):

Referências bibliográficas:

  • Brown E, Heerspink HJ, Cuthbertson DJ, Wilding JP. SGLT2 Inhibitors and GLP-1 Receptor Agonists: Established and Emerging Indications. Lancet. 2021;Jun 30. doi: 10.1016/S0140-6736(21)00536-5.

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