Rachel Alencar

Graduação em Medicina pela UFF ⦁ Residente de Neurologia na UFRJ ⦁ Experiência em estágio de CCIH no Hospital Universitário Antônio Pedro Plantonista suplente em Terapia Intensiva no Hospital Niteroi D'or ⦁ Certificado ACLS pela Rede D'or São Luiz

3 armadilhas diagnósticas que você talvez não conheça

Já aconteceu alguma vez de você estar frente a um paciente com queixas específicas e os diagnósticos começarem a surgir repentinamente nos seus pensamentos?

Night shift: um jogo virtual para aniquilar erros diagnósticos?

O bip rítmico do monitor cardíaco compete com o apito estridente da bomba infusora ao fim da medicação. Equipos, bolsas de soro, frascos de remédios…

Escala de Coma de Glasgow: o que mudou e pode revolucionar a avaliação de TCE

Partindo do pressuposto de que tanto a Escala de Coma de Glasgow quanto o padrão de resposta pupilar indicam gravidade do dano cerebral por trauma, o que poderia ocorrer combinando os dois indicadores?

Rotina de residente: quando as horas mais desgastam do que preparam

A Residência Médica tornou-se, para muitos, etapa essencial da carreira. Talvez o momento de maior intensidade da profissão. Isso decorre não apenas do desafio de “dormir interno e acordar médico”, mas também da carga horária dos programas.

Medicina à distância: seria o fim dos hospitais?

“Are the hospitais becoming obsolete?” perguntou Ezekiel J. Emanuel, em sua matéria pro jornal The New York Times, cuja resposta foi enunciada logo em seguida:”Hospitals are disappearing(…)That is inevitable and good.”

Internar em CTI: 5 fatores que nos influenciam e não nos damos conta

O consenso geral parece simples: decisões clínicas são do tipo “to live or die”, isto é, de grande responsabilidade e o desfecho de uma má conduta pode ser catastrófico.