Renato Bergallo

Graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF) ⦁ Residência em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e em Administração em Saúde (UERJ) ⦁ Mestre em Saúde da Família (UFF) ⦁ Doutorando em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz) ⦁ Professor da disciplina de Saúde da Família e gerente do Centro de Saúde Escola Lapa da Faculdade de Medicina da Universidade Estácio de Sá

Evitando uma “segunda tragédia”: desastres naturais e a equipe de Saúde da Família

O papel da equipe de Saúde da Família (eSF) diante de desastres naturais – como o ocorrido em fevereiro de 2022, em Petrópolis – pode ser fundamental e já discutimos aqui sobre algumas das atribuições que os profissionais de saúde da Atenção Primária devem assumir nessas situações

Depressão: recomendações da Comissão Mundial de Psiquiatria do The Lancet

Para a prevenção e o tratamento da depressão, a revista científica The Lancet organizou a Lancet–World Psychiatric Association Commission.

Como as equipes de Saúde da Família podem atuar em desastres ambientais?

Desastres ambientais, como o de Petrópolis, impressionam. O impacto na saúde da população é evidente e isso levanta a questão: como as equipes de Saúde da Família podem ajudar?

Covid-19: como fornecer atestados para pacientes suspeitos ou confirmados e seus contatos próximos?

A possível gravidade da Covid-19 e sua transmissibilidade demandam medidas de restrições de contato, por isso deve-se fornecer atestado.

PICO: como formular uma pergunta clínica?

Saber como formular adequadamente uma pergunta clínica (PICO) é necessário para que a evidência encontrada sirva para ajudar o paciente.

Intensificando o vínculo com o paciente: o quarto componente do MCCP

A qualidade do vínculo com o paciente pode ser determinante no desfecho de um tratamento, principalmente em atendimentos ambulatoriais.

Elaborando um plano conjunto de manejo dos problemas: o terceiro componente do MCCP

Dando continuidade à série de textos sobre o Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP), falamos sobre o seu terceiro componente. Saiba mais.

O paciente como um todo: entendendo o indivíduo, a família e o contexto

A experiência que cada paciente tem é única e esse entendimento, pelo médico, é fundamental para alcançar os melhores resultados.

Explorando a saúde, a doença e a experiência da doença

Vimos que o MCCP é composto por quatro componentes e hoje veremos o primeiro deles: Explorando a saúde, a doença e a experiência da doença. 

Você conhece o Método Clínico Centrado na Pessoa?

O estudante de medicina aprende sobre a fisiopatologia das doenças, seus sinais e sintomas, como diagnosticá-las e como tratá-las, conhecimento este essencial para que ele saiba cuidar de seus pacientes depois de formado. Mas e se o médico não for capaz de se comunicar efetivamente com seu paciente, de modo que possa entender o que, de fato, o está incomodando? Ou se não conseguir explicar adequadamente ao paciente como ele deve realizar seu tratamento? Ou até se não tiver a capacidade de ser convincente o suficiente de modo a garantir sua adesão à conduta proposta? Provavelmente não terá tanto sucesso nesse cuidado, mesmo com um excelente conhecimento sobre as doenças.