Ronaldo Gismondi

Editor-chefe médico da PEBMED ⦁ Pós-doutorado em Medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) ⦁ Coordenador da Cardiologia do Niterói D’Or ⦁ Professor da Universidade Federal Fluminense (UFF)

AHA 2019: será a morte do Impella?

O uso de suporte circulatório mecânico é importante no coronariopata agudo: no choque cardiogênico e na revascularização de pacientes de alto risco.

AHA 2019: qual a eficácia da monoterapia de ticagrelor na SCA?

Um estudo apresentado no congresso da AHA 2019 avaliou se a monoterapia com o ticagrelor poderia ser tão eficaz quanto DAPT prolongada.

AHA 2019: quais as atualizações em RCP/ACLS?

A American Heart Association (AHA) e a ILCOR, em paralelo ao congresso que ocorre nos EUA, divulgaram as atualizações 2019 do protocolo do BLS e do ACLS.

AHA 2019: rivaroxabana após TAVI é seguro?

A inserção de uma prótese aórtica percutânea (TAVI) necessita de dupla antiagregação plaquetária (DAPT) por no mínimo três meses.

Tratar hipertensão noturna reduz risco cardiovascular?

Dois fenômenos podem ocorrer à noite: a PA não cair como deveria ou haver uma PA acima dos limites, a chamada hipertensão arterial sistêmica noturna.

Crise hipertensiva: quais os tratamentos de urgência e emergência?

Na última semana, a NEJM publicou um artigo de revisão sobre crise hipertensiva, escrito por um brasileiro radicado em Yale, o professor Aldo Peixoto.

Qual o risco x benefício das estatinas em idosos?

As estatinas estão recomendadas como profilaxia secundária em todos os pacientes com cardiopatia por aterosclerose, bem como na profilaxia primária.

O que fazer na FA quando o resultado do escore de CHA2DS2-Vasc for 1?

Nas diretrizes de fibrilação atrial (FA), o grande problema está no que fazer quando o escore de CHA2DS2-Vasc = 1. Vale a pena usar NOAC?

Cirurgia valvar: reabilitação cardíaca reduz mortalidade no pós-op?

A reabilitação cardíaca é uma modalidade multiprofissional, com atividades necessárias para garantir aos cardiopatas as melhores condições física e mental.

Qual o risco da angioplastia de oclusões totais das coronárias?

Oclusões totais e crônicas da coronárias, também chamadas de CTO, são lesões presentes há pelo menos 3 meses e causando fluxo TIMI 0.

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