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vista de cirurgioes olhando para baixo antes da cirurgia

Cirurgia bariátrica: como realizar o bypass gástrico

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Pesquisa do Ministério da Saúde constata que o excesso de peso atinge atualmente 52,5% dos brasileiros adultos. Já a Organização Mundial de Saúde projeta que em 2025 cerca de 2,3 bilhões de indivíduos dessa mesma faixa etária vão estar com sobrepeso e outros 700 milhões serão obesos – o que indica que a obesidade é um problema de saúde mundial.

O parâmetro mais utilizado para medir a obesidade é o índice de massa corporal (IMC). Ele é calculado dividindo o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado:

IMC

CLASSIFICAÇÕES

Menor do que 18,5 Abaixo do peso normal
18,5 – 24,9 Peso normal
25,0 – 29,9 Excesso de peso
30,0 – 34,9 Obesidade classe I
35,0 – 39,9 Obesidade classe II
Maior ou igual a 40,0 Obesidade classe III

São indicações de cirurgia bariátrica:

– IMC maior que 40;
– IMC entre 35 e 40 na presença de comorbidades como hipertensão, diabetes tipo 2, dislipidemia e doença coronariana.

Independente da técnica a ser adotada, a cirurgia é indicada quando se constata intratabilidade clínica por, pelo menos, dois anos nesses casos.

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No vídeo abaixo, vamos mostrar o bypass gástrico, que é a técnica de cirurgia bariátrica mais utilizada no Brasil. Ele é considerado um procedimento misto pois tem componentes restritivos e disabsortivos. O restritivo decorre do grampeamento do estômago e da confecção de pequeno reservatório gástrico. Já o disabsortivo caracteriza-se pelo desvio do trânsito intestinal, com uma anastomose em “y” deixando uma longa alça alimentar.

Alterações metabólicas decorrentes da cirurgia – como a diminuição dos níveis pós-prandiais de grelina e a maior produção de PYY e GLP-1 – diminuem o apetite e representam importante efeito antidiabetogênico.

Assista abaixo um trecho desse vídeo e outros na íntegra em www.surgbook.com.

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