Colecistite aguda alitiásica: como identificar e tratar?

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A colecistite aguda alitiásica é uma inflamação da vesícula biliar sem a evidência de cálculos no seu interior. Esta enfermidade ocorre em 2-15% de todos os casos de colecistite aguda. Normalmente esta condição está associada a outras enfermidades, em pacientes internados em unidades intensivas ou períodos pós-operatórios. Pode também ocorrer em pacientes vítimas de traumas graves e queimaduras.

A etiologia da colecistite aguda alitiásica ainda permanece pouco compreendida. Os principais mecanismos propostos são lesões por isquemia-reperfusão, resposta inflamatória sistêmica e estase de bile no interior da vesicular. É bastante elevado o índice de necrose e perfuração da vesicular biliar nestes casos.

O diagnóstico nem sempre é muito claro, e deve existir um alto nível de suspeita em pacientes graves. As manifestações são pouco específicas, tais como dor em quadrante superior direito, febre, náusea e vômitos. Pode existir icterícia, leucocitose e alterações de enzimas hepáticas.

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Os achados de imagem na ultrassonografia e tomografia computadorizada incluem aumento da vesicular e espessamento da parede da mesma. Pode existir presença de líquido pericolecístico e gás intramural.

O tratamento de escolha é colecistectomia, porém em pacientes muito graves, com instabilidade hemodinâmica (uso de aminas vasoativas) ou discrasia sanguínea, pode ser realizada colecistostomia por via percutânea. A taxa de mortalidade costuma ser alta (10-70%) independente do tratamento escolhido, isto é atribuído às condições pré-existentes que acompanham o quadro.

Veja abaixo uma colecistectomia:

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