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Segundo a 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (HA) da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), no Brasil, HA atinge 32,5% (36 milhões) dos indivíduos adultos, mais de 60% dos idosos, contribuindo direta ou indiretamente para 50% das mortes por doença cardiovascular (DCV). Junto com DM, suas complicações (cardíacas, renais e AVE) têm impacto elevado na perda da produtividade do trabalho e da renda familiar, estimada em US$ 4,18 bilhões entre 2006 e 2015.

Segundo dados Organização Panamericana de Saúde (OPAS), a HA é geralmente desconhecida pela metade dos pacientes. Entre aqueles que conhecem seu problema, somente a metade deles recebe algum tipo de assistência médica para seu controle, deixando quase 75% de todos os casos sem nenhum tipo de atenção ou serviços médicos.

Como resultado desta situação, aproximadamente 60% dos pacientes apresentam algum tipo de complicação microvascular no momento do diagnóstico inicial, o que gera uma grande porcentagem de pacientes com complicações irreversíveis posteriores, como, perda da visão e problemas renais. No Brasil, estima-se que aproximadamente 30% da população geral com mais de 40 anos possa ter a pressão arterial elevada.

Leia mais: Considerações importantes sobre o tratamento da hipertensão arterial

Além de sua alta prevalência, sabe-se que a HA é um dos mais importantes fatores de risco para a gênese das doenças cardioneurovasculares. Torna-se extremamente relevante assim um conhecimento profundo de sua classificação e metas para tratamento e/ou controle.

1. Classificação da HA:

Classificação PAS (mm Hg) PAD (mm Hg)
Normal ≤ 120 ≤ 80
Pré-hipertensão 121-139 81-89
Hipertensão estágio 1 140-159 90-99
Hipertensão estágio 2 160-179 100-109
Hipertensão estágio 3 ≥ 180 ≥ 110
Quando PAS e PAD situam-se em categorias diferentes, a maior deve ser utilizada para classificação da PA.

Considera-se hipertensão sistólica isolada se PAS ≥ 140 mm Hg e PAD < 90 mm Hg, devendo a mesma ser classificada em estágios 1, 2 e 3. Fonte: Arq Bras Cardiol 2016, 107 (Supl.): 1-83

 

2. AHA 2017:

3. ESC 2018:

As tabelas acima demonstram que os valores considerados normais para a pressão arterial são estipulados ou determinados por um grupo de especialistas. Ou seja, trata-se de uma convenção. E por isto, eles são modificados ao longo do tempo e de acordo com o entendimento de cada sociedade em ser mais ou menos rigorosa. Por exemplo o que seria uma pressão arterial (PA) normal? Quais valores seriam assim transmitidos aos colegas médicos, estudantes, pacientes e familiares?

A resposta correta é depende. Para a AHA o valor é PA < 120 x 80 mmHg. Para o ESC, PA < 130 x 85 mmHg. Já para a SBC, o valor normal é aquele de PA ≤ 120 x 80 mmHg. Vejam que para um simples valor normal de PA apresentam-se variações expressivas.

Leia também: Como tratar hipertensão em pacientes asmáticos?

E qual seria o valor considerado diagnóstico de HA? Para a SBC e ESC ≥ 140 x 90 mmHg. Já para a AHA o valor normal é de ≥ 130 x 80 mmHg. Isto impacta sensivelmente em vários aspectos como por exemplo a estimativa da prevalência será sempre maior quanto menor for o ponto de corte. E na decisão pelo tratamento farmacológico também, já que um ponto de corte menor, probabilisticamente falando, eleva expressivamente a possibilidade de necessidade de uso de fármacos para controle pressórico.

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Um comentário

  1. Vicente Jesus do Nascimento

    Gostei do pôster

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