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Doença de Crohn: diretrizes indicam a terapia pós-cirúrgica mais adequada

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American Gastroenterological Association publicou novas diretrizes para o tratamento da doença de Crohn, abordando especificamente a terapia pós-cirúrgica. Separamos aqui os principais pontos para você ficar por dentro das novas recomendações.

 

O novo guideline foi baseado nos dados de uma revisão sistemática do tratamento da doença de Crohn após remissão induzida cirurgicamente. A população-alvo são os pacientes com anastomose ileocólica sem sintomas ou evidência macroscópica da doença após ressecção cirúrgica.

  • Utilize a profilaxia farmacológica precoce pós-operatória (2-8 semanas após a ressecção cirúrgica) ao invés do tratamento farmacológico guiado por endoscopia após a cirurgia, exceto em pacientes com baixo risco de recorrência e desejo de evitar efeitos adversos da terapia.
  • Opte pelaa terapia de fator de necrose tumoral (TNF), tiopurinas ou ambos sobre outros agentes como profilaxia farmacológica. Alguns pacientes de baixo risco podem optar por antibióticos nitroimidazol por 3 a 12 meses.
  • Não utilize mesalamina (ou outros 5-aminossalicilatos), budesonida ou probióticos após a remissão cirúrgica.
  • Realize monitoramento endoscópico pós-operatório de 6 a 12 meses após a ressecção cirúrgica, independe dos pacientes receberem ou não profilaxia farmacológica.
  • Inicie ou intensifique a terapia com anti-TNFs, tiopurinas ou ambos ao invés de continuar apenas monitorando pacientes com recorrência endoscópica assintomática.

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