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Drogas: lembre-se delas como causa do AVC em jovens

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Neste vídeo, a radiologista, Fernanda Rueda, criadora do canal Neurorradio em pauta, aborda o tema acidente vascular encefálico, usando uma abordagem prática de como identificar as diferentes fases do AVC usando a tomografia computadorizada de crânio na emergência. Especialmente nesse mês de junho, onde temos o Dia Nacional de Combate às Drogas (26/06), é importante ressaltar que o uso de drogas é uma causa importante de AVC em pacientes jovens e que a pergunta sobre o consumo recente e frequente de drogas, tipo cocaína e ecstasy, deve fazer parte da anamnese.

As drogas estimulantes dobram o risco de se ter um AVC, podendo causar vasoespasmo por mecanismos excitatórios mantidos, como inibição da recaptação das catecolaminas, serotonina e dopamina e ainda estimular sua liberação nas sinapses cerebrais.

Outro ponto a ser considerado como fator desencadeador de AVC é a hipertensão arterial induzida por drogas, o que pode ainda levar à ruptura vascular, e estar associado a um AVC hemorrágico. E para isso, você deve estar apto a identificar um AVC isquêmico ou hemorrágico ainda na emergência.

Aperte o play e confira!

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A TC de crânio no AVC em jovens

A TC de crânio tem diversos papéis na avaliação do AVC. O papel inicial e mais importante é a determinação da presença ou não de sangramento. A partir da exclusão de um AVC hemorrágico, pode-se dar início ao protocolo de tratamento do AVC isquêmico agudo, que pode incluir trombólise ou trombectomia, dependendo das indicações clínicas adequadas.

O segundo papel da TC no AVC isquêmico é a graduação do tamanho da lesão isquêmica, usando o escore de ASPECTS nos casos de AVC por obstrução da artéria cerebral média. No entanto, a análise da hipodensidade cerebral pode ser mais difícil nas horas iniciais da isquemia, uma vez que as alterações estão pouco evidentes e deve-se buscar por sinais mais sutis, como a redução da amplitude dos sulcos corticais por edema incipiente e perda da relação córtico-subcortical subinsular. Vale também considerar a hipótese de que esse mesmo paciente com um déficit neurológico novo, já tenha a marca de um AVC prévio na TC, o que obviamente não deve ser confundido com um processo isquêmico agudo.

Portanto, é importante reconhecer o sangue como uma alteração hiperdensa, o AVC isquêmico agudo como uma hipodensidade discreta do parênquima envolvido, e que essa hipodensidade vai ficando mais evidente a medida que o processo isquêmico evolui e mais tecido cerebral sai da área de penumbra, quando ainda há chance de recuperação tecidual, para um segundo estágio onde há morte celular e aumento da área de edema citotóxico ao longo do território vascular envolvido.

Tópicos abordados no vídeo

  • Identificação do padrão de AVC na tomografia
  • Identificar a variação do padrão do AVC na TC de acordo com suas diversas fases: aguda, subaguda e tardia
  • Estabelecer a diferença do AVC agudo (recente) do AVC tardio (sequelar) num mesmo paciente
  • Usar a localização do AVC na TC para determinar o território vascular envolvido e o mecanismo fisiopatológico relacionado à causa da isquemia (hipoperfusão cerebral, embolia)

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