Estudo recente definiu um novo escore de risco cirúrgico

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Na estratificação do risco cardiovascular antes de cirurgias não cardíacas, os dois índices mais utilizados para estimar a chance de morte, AVC ou IAM são o índice de risco cardíaco modificado (IRCM ou escore de Lee) e o NSQIP. Contudo, estudos recentes questionam a precisão desses escores: o IRCM subestimaria o risco e o NSQIP seria muito demorado e trabalhoso para uso na rotina do dia-a-dia.

Uma publicação recente na prestigiada revista JACC trouxe um novo escore, proposto e validado na pesquisa. Construído com base em dados de um hospital universitário de Beirute, no Líbano, mas validando no mesmo banco de dados do NSQIP dos EUA, os pesquisadores chegaram ao “índice de risco cardiovascular” (CVIR, cardiovascular index risk), cujo desfecho principal é um combinado de morte, AVC ou IAM em até 30 dias após uma cirurgia não cardíaca. Ele é composto de 6 itens, cada qual valendo 1 ponto:

  1. Idade ≥ 75 anos;
  2. Hemoglobina < 12 g/dl;
  3. Qualquer história de cardiopatia;
  4. Presença de angina ou dispneia;
  5. Cirurgia vascular;
  6. Cirurgia de emergência.

Os pacientes são então classificados em:

  • BAIXO RISCO: 0-1 pontos, desfecho 0-0,5%;
  • RISCO INTERMEDIÁRIO: 2 ou 3 pontos, desfecho 2-5,6%;
  • ALTO RISCO: >3 pontos, desfecho 15,7%;

Na validação, mostrou-se mais preciso que o IRCM e com desempenho semelhante ao NSQIP, porém de execução muito mais simples.

Já posso usar na prática? Poder usar, pode. Mas sugiro ainda não basear suas decisões nele, pois é necessário ver seu desempenho em outras populações e, em especial, na população brasileira.

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