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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um método inovador para a implantação de próteses faciais em pacientes com deformidades ou que perderam parte de seu rosto em acidentes ou doenças, como o câncer. A técnica reduziu os custos e cortou pela metade o tempo de produção das próteses.

Em 2016, o método empregado foi publicado no periódico científico Journal of Otolaryngology – Head & Neck Injury. A equipe, liderada pelo médico Luciano Dib, é formada por especialistas da Universidade Paulista (UNIP), da Universidade de Illinois, em Chicago, e do Centro Tecnológico da Informação Renato Archer, em Campinas.

médico selecionando botões invisíveis representando inovações como prótese

Como são criadas as próteses

As próteses são criadas baseadas em fotografias tiradas por um smartphone e convertidas em 3D a partir de fotogrametria online (Recap360, da Autodesk®). Essa digitalização é a base para a confecção digital da prótese efetuada no software Blender 3D, com o auxílio do programa Add-on 3DCS, somada com as técnicas inovadoras de modelagem 3D para otimizar a qualidade dos protótipos das próteses.

“No passado, levávamos muito mais tempo de trabalho, horas de escultura à mão, além de ter um processo mais invasivo com as cópias do rosto do paciente com os materiais na face. Hoje, com um celular na mão, fazemos um modelo em 3D”, explicou o dentista peruano, Rodrigo Salazar, um dos criadores da técnica que estabiliza a prótese maxilofacial.

Leia também: Preditores de risco para falha terapêutica em infecções de prótese articular

As técnicas convencionais para fazer modelos de próteses envolvem o uso de equipamentos que chegam a custar 500 mil dólares. Já o método usado pelos pesquisadores demanda apenas um computador e um smartphone.
Neste ano, os médicos responsáveis vão abrir um centro de tratamento para reabilitação protética, que está sendo construído pela Universidade Paulista e pela organização sem fins lucrativos que eles fundaram, chamada Mais Identidade.

O objetivo é que as impressoras em 3D possam ser usadas para fazer as próteses de silicone atuais. “Em muito pouco tempo, seremos capazes de ajudar o paciente no local com uma prótese impressa”, afirma Luciano Dib.

Como funciona a técnica

Na primeira parte do processo, o rosto do paciente é fotografado por um smartphone em cinco ângulos diferentes com três alturas cada ângulo, totalizando quinze fotos.

Em seguida, as imagens são enviadas pelo aplicativo Recap360, da Autodesk®. Em 20 minutos, é apresentada uma malha tridimensional correspondente a face digitalizada do paciente.

Essa face é espelhada para suprir a estrutura faltante, utilizando o completo da face como parâmetro. Através de um cálculo de álgebra booleana, os excessos da parte espelhada são excluídos, resultando do processo uma prótese digital que se encaixa na região faltante.

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A prótese digital é enviada a uma impressora 3D, que materializa a peça. Em seguida, a estrutura é posicionada no paciente para ver se há um encaixe perfeito.

Uma vez que a estrutura se encaixou, é gerada uma réplica em cera da impressão 3D. O objetivo desta réplica é melhorar as regiões marginais de encaixe e preparar a região que receberá o olho de vidro.

Por fim, é gerado um molde a partir do modelo em cera, que recebe diversas camadas de silicone. Cada camada é pigmentada para tornar as cores compatíveis com a cor de pele do paciente. Ao final do processo, obtêm-se a prótese que pode ser adaptada diretamente na face do mesmo.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

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