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Mídias digitais x déficit de atenção e hiperatividade: o que esperar desta relação?

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Facebook, YouTube, Twitter, WhatsApp, estamos cercados de tecnologias de tal forma que é difícil pensarmos em nossas vidas fora do universo digital. Porém, esta exposição contínua e cada vez mais precoce pode trazer impactos negativos em termos de saúde. Um estudo publicado no JAMA, esta semana, evidenciou a relação entre o uso frequente de mídias digitais e o aumento de chance de desenvolver transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre adolescentes.

O TDAH é uma condição psiquiátrica envolvendo desatenção, hiperatividade e impulsividade. Os sintomas afetam o funcionamento cognitivo, acadêmico, comportamental, emocional e social. Como fatores ambientais não genéticos estão associados ao TDAH adolescente, o aumento da exposição a fatores de risco ambientais pode contribuir para o aumento das taxas de TDAH nessa população.

No estudo publicado, o objetivo era determinar se a frequência do uso de mídia digital entre pessoas de 15 e 16 anos sem sintomas significativos de TDAH está associada à ocorrência subsequente de sintomas do transtorno durante um acompanhamento de 24 meses.

LEIA MAIS: Diagnóstico e tratamento de TDAH na idade pré-escolar

A análise foi feita com 2.587 estudantes, que foram questionados sobre o uso de 14 plataformas digitais comuns. Os principais resultados foram:

  • 9,5% das crianças que apresentaram alto uso em metade das plataformas (total de sete) pesquisadas desenvolveram sintomas de TDAH;
  • 10,5% das crianças que apresentaram alto uso em todas as plataformas (total de 14) desenvolveram sintomas de TDAH;
  • 4,6% das crianças que não relataram uso frequente de nenhuma mídia digital desenvolveram sintomas de TDAH.

O estudo concluiu que entre os adolescentes acompanhados do período da coorte, houve uma associação estatisticamente significativa, porém modesta, entre maior frequência de uso de mídia digital e subsequentes sintomas de TDAH. Mais pesquisas são necessárias para esclarecer a relação, principalmente porque, pelo delineamento do estudo, não é possível afirmar que se trate de uma relação causal, ou seja, que a tecnologia seja de fato causa de terem desenvolvido os sintomas.

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