Nova diretriz para hemorroidas: o que o clínico precisa saber?

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Esse mês a American Society of Colon and Rectal Surgeons liberou um novo guideline que orienta o manejo de hemorroidas, desde os médicos generalistas (primeiro contato do paciente) até os especialistas.

O diagnóstico deve ser clínico, com dor, prurido e sangramento, principalmente em pequena quantidade de sangramento no papel higiênico. As hemorroidas também são mais comuns em portadores de varizes. Pacientes com hemorroidas devem ser indagados sobre outros sintomas de doenças gastrointestinais mais graves, como retocolite ulcerativa ou doença de Crohn.

Deve-se aproveitar a oportunidade para solicitar colonoscopia em pacientes com mais de 50 anos que não tenham feito o procedimento nos últimos 10 anos, como exame de rastreio para câncer colorretal. O toque retal também ajuda para verificar se há lesões internas, abaulamentos, tumores próximo ao ânus e alteração do esfincter.

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As medidas que melhoram a qualidade de vida do paciente com hemorroidas são o aumento da ingestão de fibras e água (mesmo que seja preciso o uso de suplementos de fibra), pois evitam a constipação. Fármacos que também podem ajudar são os flavonoides, como diosmina e castanha da índia. Medicações tópicas com corticoide e anestésicos devem ser usadas apenas por curtos períodos, a fim de não danificar o tecido.

Caso após essas medidas a qualidade de vida do paciente permaneça ruim o mesmo deve ser encaminhado ao especialista, para que seja feita abordagem cirúrgica, mesmo nas hemorroidas de grau I ou II.

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Referências:

  • The American Society of Colon and Rectal Surgeons Clinical Practice Guidelines for the Management of Hemorrhoids – Diseases of the Colon & Rectum: Março 2018 – Volume 61

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