O que fazer com microaneurismas cerebrais que não romperam? - PEBMED

O que fazer com microaneurismas cerebrais que não romperam?

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Qual é o manejo ideal de microaneurismas intracranianos (≤ 3 mm) que não romperam? Foi o que investigou um artigo publicado recentemente no JAMA Neurology.

No estudo, pesquisadores construíram um modelo de decisão de uma perspectiva social, através de dados nacionais e estudos na literatura, comparando cinco intervenções:

  1. Tratamento padrão (fechamento de aneurisma [por “coil”])
  2. Screening anual com angiografia por ressonância magnética
  3. Screening com angiografia por ressonância magnética a cada dois anos
  4. Screening com angiografia por ressonância magnética a cada cinco anos
  5. Nenhum tratamento ou acompanhamento de rotina

Resultados

A estratégia de nenhum tratamento ou acompanhamento preventivo apresentou o maior benefício para a saúde. Entre as intervenções com exames de imagens, a angiografia por ressonância magnética a cada 5 anos foi a estratégia com maior eficácia. Quando considerada as chances de ruptura, o tratamento padrão com fechamento por “coil” deve ser realizado quando o risco anual for superior a 1,7%.

Pelos achados, os pesquisadores concluíram que nenhum tratamento preventivo ou exame de imagem é a estratégia mais efetiva em pacientes com aneurismas de 3 mm ou menos. A vigilância com exames de imagem ou tratamento preventivo deve ser reservada para pacientes com alto risco de ruptura.

Veja também: ‘Qual o tempo ideal para tratar um aneurisma roto?’

Referências:

  • Ajay Malhotra, Xiao Wu, Howard P. Forman, Charles C. Matouk, Dheeraj Gandhi, Pina Sanelli. Management of Tiny Unruptured Intracranial AneurysmsA Comparative Effectiveness Analysis. JAMA Neurol. Published online November 20, 2017. doi:10.1001/jamaneurol.2017.3232

Referências:

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