Pebmed - Notícias e Atualizações em Medicina
Cadastre-se grátis
Home / Gastroenterologia / Pancreatite aguda pode aumentar riscos de câncer de pâncreas
Câncer de pâncreas

Pancreatite aguda pode aumentar riscos de câncer de pâncreas

Acesse para ver o conteúdo
Esse conteúdo é exclusivo para usuários do Portal PEBMED.

Para continuar lendo, faça seu login ou inscreva-se gratuitamente.

Preencha os dados abaixo para completar seu cadastro.

Ao clicar em inscreva-se, você concorda em receber notícias e novidades da medicina por e-mail. Pensando no seu bem estar, a PEBMED se compromete a não usar suas informações de contato para enviar qualquer tipo de SPAM.

Inscreva-se ou

Seja bem vindo

Voltar para o portal

Tempo de leitura: 2 minutos.

A pancreatite aguda é uma doença causada pela litíase biliar ou, mais comumente, pelo uso excessivo e prolongado de álcool. O tratamento, conforme a nova diretriz para atenção primária, envolve hidratação para restabelecer a perfusão, administração de antibióticos, colecistectomia ou drenagem (estes dois últimos apenas quando necessário).

Pancreatite aguda x câncer de pâncreas

De incidência frequente nos pacientes, a enfermidade pode aumentar o risco do desenvolvimento de diversas outras doenças, como por exemplo o câncer de pâncreas. Um estudo de coorte populacional e multivariado foi realizado na Suécia entre 1997 e 2013, e publicado em outubro na edição online do The American Journal of Gastroenterology, a fim de comprovar a influência da pancreatite aguda no desenvolvimento do câncer pancreático. A pesquisa contou com 49.749 pacientes diagnosticados com pancreatite aguda e 138.750 participantes sem diagnóstico para a doença.

Leia mais: Pancreatite: Ringer Lactato é superior ao soro fisiológico na hidratação

O levantamento acompanhou a evolução no quadro dos indivíduos e comparou os resultados dos dois grupos; o tempo de follow-up durou em média 5,3 anos.

Resultados

Ao final do estudo, um total de 769 casos de câncer no pâncreas foram registrados. Dos pacientes que receberam este disgnóstico, 536 (69, 7%) tinham histórico de pancreatite aguda. O risco de câncer de pâncreas foi bem mais elevado durante os primeiros cinco anos depois do diagnóstico de pancreatite aguda, porém diminuiu com o decorrer do tempo, alcançando um nível semelhante ao do grupo dos participantes sem pancreatite depois de mais de 10 anos.

Nos pacientes com pancreatite aguda não associada a cálculos biliares, o risco de desenvolver câncer foi semelhante ao presente nos indivíduos sem pancreatite somente quando não houve registro de um segundo episódio de pancreatite aguda ou quando a doença não evoluiu para pancreatite crônica. O risco de câncer de pâncreas foi maior à medida em que a incidência de episódios de pancreatite aguda foi maior.

Tenha em mãos informações objetivas e rápidas sobre práticas médicas. Baixe o Whitebook

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referências:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Esse site utiliza cookies. Para saber mais sobre como usamos cookies, consulte nossa política.