Qual a importância da ressonância magnética no diagnóstico da demência? [vídeo]

Neste vídeo, Fernanda Rueda destaca a importância das sequências de ressonância magnética do crânio na avaliação das demências. Veja!

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Neste vídeo, a radiologista, Fernanda Rueda, criadora do canal Neurorradio em pauta, destaca a importância das sequências de ressonância magnética do crânio na avaliação das demências.

A ressonância é importante para o diagnóstico diferencial, que podem incluir demência de causa vascular ou mesmo degenerativa. As alterações degenerativas podem estar relacionadas a compartimentos diferentes do cérebro, e portanto é importante observar o padrão dos giros e sulcos corticais nas regiões frontais, temporais e parietais, assim como o aspecto dos hipocampos, que caracteristicamente está reduzido na doença de Alzheimer.

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A análise anatômica conforme previamente descrita, pode ser complementada pela análise funcional dada pela espectroscopia de prótons. No entanto, ao contrário do que se pensa, os metabólitos cerebrais avaliados pela espectroscopia são um dado a mais para o diagnóstico mas de forma nenhuma deve ser usado de forma isolada para o diagnóstico. Outro ponto controverso na avaliação das demências é a medida do volume hipocampal, que se for realizada de forma manual, é totalmente dependente da experiência do avaliador e portanto, grandes variações volumétricas podem ser obtidas, o que prejudica muito o acompanhamento em exames seriados.

Outro ponto a ser considerado é a análise funcional feita com exames de medicina nuclear, sendo o mais conhecido o SPECT, ou mesmo o PET-CT, que permitem a identificação da função cerebral e das células específicas relacionadas a cognição.

Portanto, na abordagem da demência, use a RM de crânio com o intuito de buscar diagnóstico diferencial, ao invés de buscar alterações típicas de doença de Alzheimer, uma vez que quando elas surgem tardiamente no decorrer da doença.

Tópicos abordados no vídeo

  • Padrões anatômicos identificados na demência
  • Achados da RM na doença de Alzheimer
  • O papel da espectroscopia de prótons no diagnóstico das demências
  • Diferenciação entre os vários estudos funcionais de imagem disponíveis no diagnóstico das demências

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