Quiz: recém-nascido apresenta “covinha” na pele na região sacral. O que pode ser?

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Teste seus conhecimentos: bebê com apenas 25 dias de vida apresenta “covinha” na pele na região sacral, acima da região glútea. A mãe ainda não havia notado. Já sabe o que é? Faça nosso quiz!

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  1. Pergunta 1 de 2
    1. Pergunta

    Recém nascido, com 25 dias de vida, apresentando “covinha” na pele na região sacral, acima da região glútea, na linha média observada durante consulta de puericultura. Mãe não refere queixas e diz não ter percebido tal alteração.

    Qual o nome técnico da alteração observada a ectoscopia e é necessário a realização de algum exame de imagem?

    Correto

    Incorreto

  2. Pergunta 2 de 2
    2. Pergunta

    Qual a idade ideal para realização de ultrassonografia de coluna?

    Correto

    Os estigmas cutâneos na linha média do bebê, como tufos de cabelo, lipomas, apêndices cutâneos e dimples sacrais podem estar relacionados a defeitos de fechamento do tubo neural e nestes casos, deve ser realizado rastreio para afastar a possibilidade de medula ancorada.

    O rastreio é realizado por meio de ultrassonografia de coluna com radiologista que tenha experiência na realização do exame. Trata-se de um método de imagem barato, altamente disponível, livre de radiação ionizante e que avalia perfeitamente o posicionamento do cone medular quando realizado até os 6 meses de vida. Isso porque após os 6 meses, já se iniciou o processo de ossificação dos elementos posteriores da coluna, impedindo a adequada insonação pelo ultrassom. 

    Por meio da ultrassonografia de coluna conseguimos avaliar se há extensão destas alterações cutâneas para o interior do canal, o posicionamento do cone medular (que deve terminar no máximo ao nível de L2-L3 e quando abaixo deste nível , dizemos que há ancoramento de medula), avalia ainda a espessura do filo terminal e a presença de lesões no mesmo e a mobilidade das raízes nervosas. A ressonância magnética de coluna no bebê fica reservada somente para casos com anomalias mais complexas de coluna vertebral, não esclarecidas pela ultrassonografia.

    Referências bibliográficas:

    • Chern JJ, Kirkman JL, Shannon CN et al (2012) Use of lumbar ultrasonography to detect occult spinal dysraphism. J Neurosurg Pediatr 9:274–279
    • Medina LS, Crone K, Kuntz KM (2001) Newborns with suspected occult spinal dysraphism: a cost-effectiveness analysis of diagnostic strategies. Pediatrics 108:E101
    • Sneineh AK, Gabos PG, Keller MS et al (2002) Ultrasonography of the spine in neonates and young infants with a sacral skin dimple. J Pediatr Orthop 22:761–762
    Incorreto

    Os estigmas cutâneos na linha média do bebê, como tufos de cabelo, lipomas, apêndices cutâneos e dimples sacrais podem estar relacionados a defeitos de fechamento do tubo neural e nestes casos, deve ser realizado rastreio para afastar a possibilidade de medula ancorada.

    O rastreio é realizado por meio de ultrassonografia de coluna com radiologista que tenha experiência na realização do exame. Trata-se de um método de imagem barato, altamente disponível, livre de radiação ionizante e que avalia perfeitamente o posicionamento do cone medular quando realizado até os 6 meses de vida. Isso porque após os 6 meses, já se iniciou o processo de ossificação dos elementos posteriores da coluna, impedindo a adequada insonação pelo ultrassom. 

    Por meio da ultrassonografia de coluna conseguimos avaliar se há extensão destas alterações cutâneas para o interior do canal, o posicionamento do cone medular (que deve terminar no máximo ao nível de L2-L3 e quando abaixo deste nível , dizemos que há ancoramento de medula), avalia ainda a espessura do filo terminal e a presença de lesões no mesmo e a mobilidade das raízes nervosas. A ressonância magnética de coluna no bebê fica reservada somente para casos com anomalias mais complexas de coluna vertebral, não esclarecidas pela ultrassonografia.

    Referências bibliográficas:

    • Chern JJ, Kirkman JL, Shannon CN et al (2012) Use of lumbar ultrasonography to detect occult spinal dysraphism. J Neurosurg Pediatr 9:274–279
    • Medina LS, Crone K, Kuntz KM (2001) Newborns with suspected occult spinal dysraphism: a cost-effectiveness analysis of diagnostic strategies. Pediatrics 108:E101
    • Sneineh AK, Gabos PG, Keller MS et al (2002) Ultrasonography of the spine in neonates and young infants with a sacral skin dimple. J Pediatr Orthop 22:761–762

 

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