Novo tripé do tratamento da DRC em pacientes com DM2 e proteinúria

A Dra. Tessa Laubscher e os Drs. George Bakris e Mikhail Kosiborod discutem a abordagem otimizada da DRC em pacientes com DM2 e proteinúria.

Este conteúdo foi produzido pela PEBMED em parceria com Reach MD de acordo com a Política Editorial e de Publicidade do Portal PEBMED.

A doença renal crônica (DRC) é uma complicação comum em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (DM2). O tratamento da DRC secundária à DM2 avançou muito nos últimos anos, especialmente com o desenvolvimento de novas drogas capazes de retardar a progressão da doença renal e reduzir as complicações cardiovasculares.

Neste vídeo, a Dra. Tessa Laubscher e os Drs. George Bakris e Mikhail Kosiborod discutem a abordagem otimizada da DRC em um paciente com DM2 e proteinúria. O novo tripé do tratamento, que inclui o uso de bloqueador do receptor de angiotensina II (BRA), inibidor do cotransportador de sódio-glucose 2 (SGLT2) e antagonista não esteroidal seletivo do receptor mineralocorticoide (finerenona), é discutido frente aos resultados dos estudos FIDELIO-DKD e FIGARO-DKD.  O papel da finerenona no paciente com DRC, DM2 e microalbuminúria é destacado e as indicações de tratamento amplamente debatidas. 

Confira o vídeo a seguir:

Responda ao quiz abaixo e teste seus conhecimentos sobre o tema!

Quiz 1/

Seu paciente, João, é um homem de 48 anos de idade, e, atualmente, você o está tratando para diabetes e hipertensão. Os exames laboratoriais dele apresentam nível de potássio (K+) 4,2 mEq/L, com TFGe igual a 50 mL/min/1,73m2 e uma relação albumina-creatinina de 200 mg/g. João faz uso de amlodipina (5 mg/dia), metformina (1 g/dia), losartana (100 mg/dia), atorvastatina (40 mg/dia) e, recentemente, passou a usar canagliflozina (100 mg/dia). Com base em estudos clínicos recentes, o que pode ser adicionado aos medicamentos de João, a fim de maximizar a proteção cardiorrenal?

Qual das afirmações a seguir é verdadeira em relação ao uso de ARM não esteroidal em estudos clínicos recentes de pacientes com um amplo espectro de DRC (TFGe ≥ 25 e ≤ 90 mL/min por 1,73 m2) e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2)?

Qual marcador deve ser monitorado após a adição de finerenona como uma medida de risco-benefício em pacientes com DRC estabelecida (TFGe entre 25 e 60) e DM2?

Ao abordar a polifarmácia em pacientes com DRC e DM2, o que deve ser considerado para minimizar os efeitos colaterais ao adicionar medicamentos?

Com base no que aprendeu nesta atividade, quais das seguintes mudanças você planeja implementar ao gerenciar casos de pacientes com DRC e DM2? (Selecione todas as opções que se aplicam).

Aproximadamente, quantos pacientes com DRC em uso de inibidores de SRAA você costuma tratar por semana?

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