Pebmed - Notícias e Atualizações em Medicina
Cadastre-se grátis
Home / Cardiologia / Veja as novas recomendações para abordagem e tratamento do sangramento por varizes gastroesofageanas

Veja as novas recomendações para abordagem e tratamento do sangramento por varizes gastroesofageanas

Acesse para ver o conteúdo
Esse conteúdo é exclusivo para usuários do Portal PEBMED.

Para continuar lendo, faça seu login ou inscreva-se gratuitamente.

Preencha os dados abaixo para completar seu cadastro.

Ao clicar em inscreva-se, você concorda em receber notícias e novidades da medicina por e-mail. Pensando no seu bem estar, a PEBMED se compromete a não usar suas informações de contato para enviar qualquer tipo de SPAM.

Inscreva-se ou

Seja bem vindo

Voltar para o portal

A American Association for the Study of Liver Diseases atualizou suas diretrizes recentes sobre abordagem e tratamento do sangramento por varizes gastroesofageanas.

500x120-medicamentos

As novas recomendações levam em consideração as informações de diversos estudos randomizados e quatro conferências realizadas desde a última atualização, em 2007. A orientação se concentra, principalmente, em varizes e hemorragia digestiva alta varicosa. Os principais pontos são:

  • A cirrose deve ser descrita e administrada em dois estágios clínicos distintos de compensação ou descompensação:

– compensação: presença de hipertensão portal leve (HVPG > 5, mas < 10 mm Hg) ou hipertensão portal clinicamente significativa (HVPG ≥ 10 mm Hg, presença de varizes ou rigidez hepática > 20 kPa).
– descompensação: presença de ascite, hemorragia de varizes, encefalopatia ou uma combinação destes.

Veja também: ‘Qual o melhor betabloqueador para hipertensão portal?’

  • Uma vez que pacientes com rigidez hepática < 20 kPa e contagem de plaquetas > 150.000/mm3 têm uma probabilidade de < 5% de ter varizes, a esofagogastroduodenoscopia para a pesquisa de varizes é desnecessária.
  • Os intervalos para o rastreio de varizes dependem se a doença está ativa ou quiescente. Para a doença ativa, o rastreio deve ser feito anualmente para varizes pequenas e cada dois anos para sem varizes. Para a doença quiescente, rastreio a cada dois anos para varizes pequenas e a cada três anos para sem varizes.
  • No momento da descompensação hepática, deve ser realizada uma endoscopia repetida em doentes com varizes pequenas ou inexistentes.
  • Quando um beta-bloqueador não seletivo ou carvedilol for iniciado para profilaxia primária, monitoramento contínuo com esofagogastroduodenoscopia não é mais necessário.
  • Uma vez que um shunt portossistêmico intra-hepático transjugular (TIPS) é colocado, a vigilância endoscópica e a terapia beta-bloqueadora não são necessárias.

As melhores condutas médicas você encontra no Whitebook. Baixe o aplicativo #1 dos médicos brasileiros. Clique aqui!

250x250-portal

Referências:

  • Portal hypertensive bleeding in cirrhosis: Risk stratification, diagnosis and management – 2016 practice guidance by the American Association for the Study of Liver Diseases. Hepatology 2016 Oct 27. (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27786365)
  • https://www.jwatch.org/na42768/2016/11/15/assessment-and-management-portal-hypertensive-bleeding?query=etoc_jwhospmed&jwd=000020039906&jspc=IM

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

×

Adicione o Portal PEBMED à tela inicial do seu celular: Clique em Salvar na Home Salvar na Home e "adicionar à tela de início".

Esse site utiliza cookies. Para saber mais sobre como usamos cookies, consulte nossa política.