Leonardo Campos

Professor substituto de Pediatria do IPPMG/UFRJ ⦁ Médico Pediatra pela UERJ e Reumatologista Pediátrico pela UFRJ ⦁ Mestrado em Saúde Materno-Infantil (Trombose Pediátrica) no IPPMG/UFRJ (em andamento) ⦁ MBA Executivo em Saúde, Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro (em curso) ⦁ Estágio em Reumatologia Pediátrica no Hospital for Sick Children, Toronto, Canadá ⦁ Estágio em Trombose Pediátrica no Hospital for Sick Children, Toronto, Canadá ⦁ Possui capacitação técnica em Hemoterapia pelo Instituto Estadual de Hematologia Arthur Siqueira Cavalcanti, HEMORIO ⦁ Médico hemoterapeuta do Hematologistas Associados (serviço de medicina transfusional) ⦁ Foi gestor médico da Hemoterapia do Hospital Badim e do Hospital Copa D'Or ⦁ Na área acadêmica, atua como: Professor substituto de Pediatria do IPPMG/UFRJ; Membro do corpo editorial da revista Residência Pediátrica (publicação oficial da Sociedade Brasileira de Pediatria); Programa de Educação Permanente em Hemoterapia do Hematologistas Associados ⦁ Interesses: doenças autoimunes pediátricas; plasmaférese terapêutica; distúrbios trombóticos na infância

Tromboembolismo venoso pediátrico: como manejar?

O TEV no contexto intra-hospitalar é considerado como o segundo fator contribuinte para dano nos pacientes internados, só perdendo para as infecções relacionadas a cateter.

Trombofilia hereditária em crianças: quando e quem investigar?

A trombose pediátrica é uma área que envolve diversas especialidades clínicas e que muitas vezes não possui um campo bem definido de atuação.

Acidente vascular encefálico na doença falciforme: quais são os fatores determinantes?

A doença falciforme (DF) é uma das doenças genéticas e hereditárias mais comuns no mundo, sendo mais frequente em indivíduos negros.