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Oftalmologia

O consumo habitual de café aumenta o risco de glaucoma primário de ângulo aberto? 

Estudo usou a randomização mendeliana para verificar se há relação causal entre o consumo de café e o glaucoma primário de ângulo aberto.

Toxicidade retiniana por hidroxicloroquina: afinamento macular rápido como indicador precoce

A hidroxicloroquina, antimalárico utilizado para diversas doenças autoimunes, pode estar associado a toxicidade retiniana.

Cirurgias de catarata caem 38% em um ano, aponta DataSus

Levantamento aponta que o número de cirurgias para correção da catarata realizadas pelo SUS caiu de 56 mil para 30 mil em todo o país.

Blefarite por Demodex: novo tratamento TP-03 completa estudo de fase 3 

A blefarite é caracterizada por graus variados de inflamação palpebral e apresenta sintomas, como prurido, queimação e desconforto ocular.

Vacinas contra covid-19: O que temos descrito sobre alterações da retina pós vacina?

Desde o início da pandemia, existe um esforço mundial no desenvolvimento de vacinas, mas algumas pessoas podem ter efeitos colaterais.

Glaucoma primário de ângulo fechado: o que sabemos sobre prevalência e fatores de risco

O glaucoma primário de ângulo fechado está associado com a oclusão do ângulo da câmara anterior, tendo maior propensão a cegueira bilateral.

Ceratocone: o que a última revisão fala sobre a clínica da doença?

A última revisão publicada na Contact Lens and Anterior Eye falou sobre o que é conhecido atualmente em relação a clínica do ceratocone.

Top 10 de março: Toxicidade da proteína S, disbiose pós-covid-19, caxumba e muito mais!

Neste top 10 de março elencamos os principais assuntos do mês para que você não perca nada. Que tal conferir?

Uso regular de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 está associado a maior risco de alterações oculares? 

Um grande estudo encontrou um risco aumentado de alterações oculares associadas ao uso de inibidores da fosfodiesterase tipo 5.

Alterações oftalmológicas na criança com transtorno do espectro autista (TEA)

Um artigo de abril de 2020 teve como objetivo descrever alterações oftalmológicas em crianças com transtorno do espectro autista (TEA).