Luiz Fernando Fonseca Vieira

Médico Residente (R4) em Endocrinologia (HCFMUSP) ⦁ Telemedicina no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) ⦁ Residência médica em Clínica médica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) ⦁ Graduação em Medicina pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) - Faculdade de Medicina de Botucatu ⦁ Instagram: @luiz_ffvieira

O manejo da diabetes na doença renal crônica: alvos e insulina

A associação entre diabetes (DM) e doença renal crônica (DRC) é de grande importância clínica. Saiba mais.

Qual o impacto hipoparatireoidismo nos desfechos da gestação?

O hipoparatireoidismo é uma condição relativamente rara, causada na maioria das vezes pelo dano cirúrgico às paratireoides após uma cirurgia.

Metformina versus insulina ou gliburida no controle do diabetes mellitus gestacional e desfechos neonatais

O diabetes mellitus gestacional é uma condição de extrema importância para os desfechos neonatais. Com prevalência de cerca de 18% no Brasil.

O uso de estatinas está associado à progressão do diabetes?

O uso de estatinas já foi associado em ensaios clínicos randomizados (RCTs) e epidemiológicos prévios à piora da resistência insulínica.

Da pré concepção ao pós parto: o manejo do DM1 na gestação

Apresentamos os cuidados desde o momento da pré-concepção, gestação, até o pós parto em pacientes com DM1.

Qual modalidade de atividade física tem maior impacto na glicemia de pacientes com pré-DM?

Uma revisão sistemática com metanálise avaliou qual seria o melhor tipo de atividade física para prevenção de DM2 em pacientes com pré-DM. Saiba mais.

O gasto energético total não varia dos 20 aos 63 anos

Estudo publicado em agosto buscou avaliar a variação no gasto energético total ao longo da vida, comparando diferentes faixas etárias.

Renina e o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário

O hiperaldosteronismo primário (HP) é a causa mais comum de hipertensão secundária, com prevalência estimada de 5 a 20% entre os hipertensos.

Disfunção tireoideana em pacientes em uso de inibidores de checkpoint pode chegar a 42%

Os inibidores de check point (ICP) hoje fazem parte do arsenal do tratamento do melanoma avançado e outros tipos de câncer. Saiba mais.

A reposição de progesterona pode melhorar o sono?

Estudos demonstram que os metabólitos da progesterona poderiam melhorar o sono pela modulação alostérica do receptor de GABA tipo A.