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Análise do banco de dados referente à vacinação contra papilomavírus humano

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DST – Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis
Análise do banco de dados referente à vacinação contra papilomavírus humano no estado de Sergipe no ano de 2014
Dulcilene Santos Azevedo, Waleska da Silva Albuquerque, Bruna Karoline Santos Melo Monteiro, Thayana Santos de Farias, Vivian Roberta Lima Santos, Júlia Maria Gonçalves DiasMenezes Gonçalves
Vol 30 N2, 2018 – DOI: 10.5533/DST-2177-8264-201830102

RESUMO

Introdução:

O desenvolvimento da vacina contra o Papilomavírus humano criou a possibilidade de agir a nível primário na prevenção de câncer cervical e lesões pré-cancerosas.

Objetivo:

Analisar os dados obtidos através da instituição da vacina contra o Papilomavirus no estado de Sergipe, quantificando amostralmente a população de meninas atendidas no ano de 2014 e quantificar a meta atingida por cada microrregião do estado.

Métodos:

Análise de corte transversal, descritiva, com componente retrospectivo, utilizando-se exclusivamente dados secundários provenientes da Secretaria Estadual de Saúde – Sergipe, referentes à cobertura vacinal contra o papilomavirus humano no ano de 2014 em meninas de 11 a 13 anos de idade. Foi utilizado o teste de Wilcoxon para diferenças de médias pareadas nas regiões, nas idades e em ambos.

Resultados:

No período de análise do estudo, de uma população total de meninas na faixa etária de 11 a 13 anos, 61.785 receberam a primeira dose da vacina (D1), atingindo uma cobertura de 103,25% e destas, 30.561 receberam a segunda dose da vacina gerando uma cobertura de 56,26%. Em todas as regiões analisadas foram encontradas diminuição de doses aplicada entre a primeira (D1) e a segunda dose (D2). Nesta análise, o intervalo de confiança para 95% foram todos pequenos e todos os dados analisados foram estatisticamente significantes com p<0,001.

Conclusão:

Todas as microrregiões atingiram a meta de vacinação da Secretaria Estadual de Saúde na aplicação das primeiras doses, duas delas ficaram acima da média nacional. No entanto, nenhuma atingiu a meta na segunda dose, quatro microrregiões ficaram abaixo da média nacional e três acima. A faixa etária de de 12 anos foi a única que não alcançou a meta vacinal nem na primeira, nem na segunda dose.

Esse resumo faz parte do artigo publicado no Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Para acessar gratuitamente a versão completa, clique aqui.

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