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Este conteúdo foi desenvolvido por médicos, com objetivo de orientar médicos, estudantes de medicina e profissionais de saúde em seu dia a dia profissional. Ele não deve ser utilizado por pessoas que não estejam nestes grupos citados, bem como suas condutas servem como orientações para tomadas de decisão por escolha médica.

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Imagine o seguinte cenário: Um paciente, masculino, de 49 anos, diabético, chegou à emergência febril, hiperglicêmico, com cefaleia holocraniana, em fisgada, de alta intensidade, associada a náusea e vômitos em jato com quatro dias de evolução, alegando estar com a pior dor que já sentiu. Foi medicado, teve melhora parcial e foi liberado com sintomáticos. Porém, retornou no sexto dia de evolução com piora do quadro. No exame apresentava discreta rigidez de nuca. O enfermo evoluiu com rebaixamento do nível de consciência, convulsão e realizado IOT. Posteriormente, apresentou PCR e foi a óbito.

Diante de um paciente com quadro de cefaleia, quais pontos não podemos esquecer e que nos ajudam na suspeita de gravidade?

Apesar de a maioria dos casos ter evolução favorável, uma falha na hora de diferenciar cefaleia primária da secundária pode levar graves consequências ao paciente. Contudo, investigar toda e qualquer cefaleia que chega à emergência pode levar ao overdiagnosis, além dos custos desnecessários.

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É importante identificar os pacientes de baixo risco. São aqueles que não têm comorbidades, que apresentam alto risco de cefaleia secundária ou primária já conhecida com padrão típico de dor, que não tenham novas características na história, como febre, trauma e crise epiléptica, e pacientes que não tenham sintomas neurológicos locais ou anormalidades físicas no exame neurológico.

Na emergência, a abordagem pode ser feita em três etapas. A primeira é avaliar se o paciente tem alguma comorbidade que tenha relação com a cefaleia. A segunda é analisar as características da dor. Por último, é importante realizar o exame físico no paciente. O mnemônico relevante para esse quadro é o SNOOP, com “s” para systemic, “n” para neurologic, os “o” de older e onset, e o “p” de pattern.

Quer saber mais sobre a aplicabilidade dessas nomenclaturas? Assista ao drop “Cefaleia: quais red flags procurar na emergência?”, com a Dra. Dayanna Quintanilha. No vídeo, a médica define as perguntas fundamentais para o diagnóstico correto da cefaleia na emergência. Onde encontrar? Clinical Drops – Neurologia – Cefaleia

Além desse, a categoria Neurologia conta com outros vídeos de atualização médica. Você pode conferir no app:

E aí, curtiu o vídeo? Quer conhecer algum conteúdo específico sobre cefaleia? Comenta aí!

*A categoria Clinical Drops só está disponível no app 😉

Coautora: Dra. Juliana Froes – Clínica Médica

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