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Imunização hoje em dia: é realmente necessário vacinar?

Colunistas, Imunologia
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Vacina: termo utilizado para designar substâncias capazes de promover imunidade a determinados patógenos, vírus ou bactérias, que poderiam causar doenças com importante impacto individual ou coletivo, sendo um dos grandes pilares da prevenção primária. Mas será que esse conceito, que apesar de simples e muito difundido, têm o mesmo significado para a população de uma forma geral?

O acesso à informação com o uso das redes sociais pode fazer com que conceitos, muitas vezes sem fundo científico, possam ser difundidos de forma rápida e epidêmica. Tal fato tem gerado uma onda de segmentos da população contra a vacinação.

Recentemente vivemos uma epidemia de sarampo na Europa com mais de 14 mil casos da doença em países onde a cobertura vacinal caiu significativamente nos últimos anos. E de forma linear temos uma grande difusão nas redes sociais de grupos contra a vacinação nos países mais afetados.

Veja também: ‘Mitos e verdades sobre a vacinação’

Tal fato nos faz refletir o quanto que a prevenção primária com a imunização pode ser eficaz e positiva para a população. O programa nacional de imunizações do Brasil é reconhecido internacionalmente pela sua alta qualidade, criado em 1973 é responsável por garantir erradicação de doenças e controle de doenças imunopreviníveis. Conta com mais de 35 mil postos de vacinação. E essa grande efetividade acaba gerando um sentimento que tais doenças não estão mais presentes e sua imunização não seria mais necessária. Tal justificativa é uma das hipóteses para diminuição da adesão de uma parte da população dos países europeus.

Mas será que estamos realizando a imunização de nossa população da forma correta? Qual seria o impacto do desabastecimento de algumas vacinas? Qual é impacto de unidades de atenção primária com péssimas condições de infraestrutura, com redes de frio precárias, com variações extremas de temperatura?

Essas questões levantadas são complexas e muitas vezes sem respostas definidas mas cabe refletir sobre a importância dessa prática. É fundamental garantir espaços de discussão com nossos pacientes sobre suas experiências sobre a vacinação valorizando seus aspectos culturais, sociais, medos, crenças…valorizando seu pensar.

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