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Os 4 maiores mitos sobre softwares médicos

Tempo de leitura: 3 minutos.

Você já pensou em adotar um sistema para gerenciar as atividades da sua clínica ou consultório médico, mas ainda não o fez por ouvir muitos mitos sobre softwares médicos? Então, este post é para você!

Com o objetivo de esclarecer dúvidas que recebemos, vamos desmistificar algumas dessas informações que, muitas vezes, são erroneamente divulgadas e disseminadas. Continue a leitura e saiba quais são os quatro maiores mitos sobre softwares médicos:

1. Todos os softwares médicos são iguais

É comum que alguns médicos ou outros profissionais da área da saúde tenham uma experiência desagradável com um software e criem a falsa ideia de que todos os sistemas são iguais e vão entregar sempre os mesmos recursos.

Isso é um mito. Pois cada empresa desenvolvedora desses programas têm a sua metodologia própria, tanto para a criação do software, como para o atendimento aos usuários. Por esse motivo, se você não teve as suas expectativas atendidas com um determinado software médico, não quer dizer que não poderá encontrar uma outra empresa que produza um programa que realmente sane as necessidades do seu consultório ou clínica.

2. A transição do papel para o software é longa

Muitos médicos ou gestores de clínica, acostumados com a descrição de prontuários e preenchimento de fichas de pacientes em papel, têm a falsa ideia de que a transição do papel para os programas digitais pode ser muito longa.

De fato, há uma alta demanda para passar para o digital todas as informações de anos de trabalho realizado na forma física. Mas essa transição não precisa ser exaustiva. As informações são facilmente incluídas no sistema e pouco tempo depois da sua instalação, todas as informações necessárias da clínica e de seus pacientes já estarão disponíveis no programa de gestão.

Quer saber qual o melhor método para realizar essa transição de um jeito eficiente e sem prejudicar a rotina da clínica? O Dr. Celso Bregalda Neves explicou o que fez com 11 anos de arquivos em papel após contratar um sistema médico. Leia a entrevista completa aqui.

3. Os softwares de gestão são muito caros

Outro mito muito ouvido é que o preço de um software de gestão é muito caro ou “mais um custo pra clínica”. Vale a pena, no entanto, fazer uma pesquisa de mercado e encontrar um programa que vá ao encontro da realidade financeira da sua clínica.

Além disso, o valor pago por um software de gestão deve ser visto como um investimento e não como um gasto. Afinal, com a clínica bem organizada, muitos gastos com equipe e retrabalho serão extintos do seu estabelecimento.

Além disso, o valor investido no software médico pode ser descontado na hora de fazer o Imposto de Renda.

4. Os programas para consultórios médicos não possuem suporte

Existem, infelizmente, algumas empresas que apenas vendem os softwares médicos e não oferecem suporte aos seus consumidores. Em casos assim, não vale a pena fechar um negócio tanto pela falta de comprometimento quanto pela segurança dos dados de seus pacientes.

O ideal é buscar por uma empresa que ofereça um software de gestão de qualidade e que tenha uma equipe especializada para atendê-lo em caso de transição do papel para o sistema, dificuldades técnicas e suporte por email, chat e telefone.

E então, conseguimos esclarecer esses grandes mitos sobre softwares médicos? Se você quer se atualizar ainda mais ou tirar alguma dúvida, temos um material completo sobre o funcionamento e segurança dos dados dos pacientes em softwares médicos. Você vai ficar sabendo tudo sobre como funciona a tecnologia em nuvem e o que um sistema médico precisa oferecer desde recursos até equipe especializada. Clique aqui para baixar.

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