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Quais são as vantagens de ter ferramentas de apoio à decisão na sua instituição?

Em maio deste ano, fizemos uma pesquisa com a nossa base de usuários médicos do Whitebook com o intuito de entender a realidade do ambiente de trabalho e as ferramentas disponibilizadas para a prática médica. Cerca de 700 pessoas responderam o questionário e os resultados podem ser vistos nas gráficos abaixo.

Primeiramente, queríamos entender em qual iniciativa os médicos estavam presentes. A grande maioria está na rede pública, o que faz sentido, uma vez que a presença de iniciativas governamentais são maioria no Brasil.

É importante notar que quem atua na rede pública, trabalha em 2 ou mais lugares diferentes, quando o médico do meio privado trabalha em no máximo 2.

O local mais citado de trabalho é o hospital, com 70% de presença, seguido da atenção básica, com 48%. Esses profissionais são considerados “generalistas” e são a maioria em ambas as redes, pública e privada. Se levarmos em conta apenas o meio privado, eles contabilizam 36% do total. Os cardiologistas estão em segundo lugar com 10% e em terceiro e quarto, cirurgia e pediatria com 8%.

Sabendo que a maioria é “Generalista”, não surpreende os setores mais citados serem Emergência e Ambulatório com 60% cada. Como os profissionais atuam em mais de um local/setor, o percentual total fica acima de 100%, pois eles podiam marcar mais de uma opção.

Quando questionamos sobre a presença de protocolos nos seus ambientes de trabalho, no meio Público 65% dizem dispor de algum tipo e no meio privado, 57%. A disponibilização de protocolos garante a  padronização de algumas condutas auxiliando principalmente o médico não especialista, garantindo que pontos-chave do diagnóstico e tratamento não sejam esquecidos.  

Através de protocolos os profissionais poderão ter mais segurança na condução dos pacientes. Eles servem para gerir e compartilhar conhecimento, baseado em evidências.  Por conta disso, devem ser revisados e atualizados constantemente. Aí entra um desafio comum em qualquer empresa que precise gerenciar documentações – a disseminação e a atualização. Imagine um cenário onde o médico se baseie em uma conduta ou dosagem medicamentosa desatualizada? Erros sérios podem acontecer!

Muitas vezes os protocolos não são consultados, seja por não estarem acessíveis no momento da tomada de decisão, seja por não haver investimento em infra estrutura tecnológica ou até mesmo incentivo ao uso.

Outro tópico abordado pela pesquisa, que é complementar à questão do protocolo, é a disponibilização de ferramentas de apoio à tomada de decisão. Pontuando que a maioria trabalha em emergência e ambulatório e é generalista, onde casos diversos são apresentados diariamente, ter à mão esse tipo de recurso pode ser visto como um detalhe, mas certeza que faz enorme diferença.

Sobre a disponibilidade de alguma ferramenta de apoio à decisão clínica, apenas 23% da rede privada afirma ter acesso e na pública, 26%. Vale notar que esses mesmos médicos são usuários do Whitebook por iniciativa própria, ou seja, de 705 usuários que responderam o questionário, apenas 172 afirmam que o seu local de trabalho investe em tecnologia e ferramentas que possam impactar na qualidade da prática médica.

PROTOCOLO FERRAMENTA DE APOIO
PRIVADO Não 43% Não 77%
Sim  57% Sim 23%
PÚBLICO Não 35% Não 73%
Sim  65% Sim 26%

 

  • Em um cruzamento de respostas, concluímos que: A maioria que não tem protocolo não tem ferramenta e mesmo quem tem protocolo, a maioria não possui ferramenta também.

Para finalizar, perguntamos qual é a opinião do médico sobre o Whitebook ser uma ferramenta de trabalho oferecida pela instituição. 85% comentou que seria de grande valia pois ganhariam agilidade, evitariam condutas divergentes através dos protocolos disponíveis, falhas humanas, melhoria na solicitação de exames além da atualização constante. No conjunto de todos os benefícios, observaram que a segurança do médico e a satisfação dos pacientes seriam impactadas e a qualidade global do atendimento, aperfeiçoado.

Para conhecer mais sobre o Whitebook para instituições (clínicas, hospitais e etc) e como ele pode beneficiar os envolvidos na assistência médica, clique aqui.



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