Quiz: paciente obesa, hirsutismo e amenorreia. O que o exame apresentou?

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Paciente do sexo feminino,  34 anos com quadro de obesidade, hirsutismo e amenorreia, em investigação. Após uma ressonância magnética da pelve, qual pode ser o diagnóstico da paciente? 

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  1. Pergunta 1 de 2
    1. Pergunta

    Paciente 34 anos com quadro de obesidade, hirsutismo e amenorréia, em investigação. Foram solicitados exames para a investigação da paciente, uma ressonância magnética da pelve.

     

     

    Qual sua principal hipótese diagnóstica diante dos achados de imagem e história clínica?

    Correto

    Resposta: letra C

    Incorreto

    Resposta: letra C

  2. Pergunta 2 de 2
    2. Pergunta

    Quais os critérios por imagem que ajudam a sugerir a possibilidade de SOAP?

    Correto

    Resposta: letra A

    Figura 1. Ressonância magnética da pelve no eixo coronal, imagem ponderada em T2 evidenciando ovários com volume aumentado bilateralmente (10 cc), com predomínio dos folículos na periferia dos ovários e mais de 12 folículos em cada ovário, permitindo que seja sugerido no laudo radiológico essa possibilidade diagnóstica (seta vermelha).

     

    A síndrome dos ovários policísticos mais comumente afeta os pacientes em idade fértil e com sobrepeso e caracteriza-se pelos seguintes sinais e sintomas: amenorreia, hirsutismo, infertilidade, acne, obesidade e aumento dos níveis de androgênio. 

    Alguns achados de imagem podem permitir que o radiologista sugira essa possibilidade diagnóstica preferencialmente, quando aliado a uma boa história clínica. Os achados de imagem que ajudam no diagnóstico de SOAP são: ovários com dimensões aumentadas (volume ovariano acima de 10 cc), folículos predominando na periferia ovariana e mais de 12 folículos por ovário. 

    Os exames de imagem que devem ser solicitados de escolha para essa avaliação são ultrassonografia transvaginal (lembrando, que nas pacientes virgens ou com algum outro fator que contraindique essa via, como vaginismo, podemos optar pela ultrassonografia pélvica por via supra-púbica) ou ressonância magnética da pelve.

    Referências bibliográficas: 

    • Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metab 2004;89(6): 2745–2749.
    • Talbott EO, Guzick DS, Sutton-Tyrrell K, et al. Evidence for association between polycystic ovary syndrome and premature carotid atherosclerosis in middle-aged women. Arterioscler Thromb Vasc Biol 2000;20(11):2414–2421.
    • Tony T Lee 1Mary E Rausch. Polycystic ovarian syndrome: role of imaging in diagnosis. Radiographics 2012 Oct;32(6):1643-57.
    Incorreto

    Resposta: letra A

    Figura 1. Ressonância magnética da pelve no eixo coronal, imagem ponderada em T2 evidenciando ovários com volume aumentado bilateralmente (10 cc), com predomínio dos folículos na periferia dos ovários e mais de 12 folículos em cada ovário, permitindo que seja sugerido no laudo radiológico essa possibilidade diagnóstica (seta vermelha).

     

    A síndrome dos ovários policísticos mais comumente afeta os pacientes em idade fértil e com sobrepeso e caracteriza-se pelos seguintes sinais e sintomas: amenorreia, hirsutismo, infertilidade, acne, obesidade e aumento dos níveis de androgênio. 

    Alguns achados de imagem podem permitir que o radiologista sugira essa possibilidade diagnóstica preferencialmente, quando aliado a uma boa história clínica. Os achados de imagem que ajudam no diagnóstico de SOAP são: ovários com dimensões aumentadas (volume ovariano acima de 10 cc), folículos predominando na periferia ovariana e mais de 12 folículos por ovário. 

    Os exames de imagem que devem ser solicitados de escolha para essa avaliação são ultrassonografia transvaginal (lembrando, que nas pacientes virgens ou com algum outro fator que contraindique essa via, como vaginismo, podemos optar pela ultrassonografia pélvica por via supra-púbica) ou ressonância magnética da pelve.

    Referências bibliográficas: 

    • Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metab 2004;89(6): 2745–2749.
    • Talbott EO, Guzick DS, Sutton-Tyrrell K, et al. Evidence for association between polycystic ovary syndrome and premature carotid atherosclerosis in middle-aged women. Arterioscler Thromb Vasc Biol 2000;20(11):2414–2421.
    • Tony T Lee 1Mary E Rausch. Polycystic ovarian syndrome: role of imaging in diagnosis. Radiographics 2012 Oct;32(6):1643-57.

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