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Recomendações sobre o início do tratamento com corticosteroide inalado para asma leve

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A asma é uma doença inflamatória crônica, caracterizada por hiperresponsividade das vias aéreas inferiores e por limitação variável ao fluxo aéreo, reversível espontaneamente ou com tratamento, manifestando-se clinicamente por episódios recorrentes de sibilância, dispneia, aperto no peito e tosse, particularmente à noite e pela manhã ao despertar. Resulta de uma interação entre genética, exposição ambiental a alérgenos e irritantes, e outros fatores específicos que levam ao desenvolvimento e manutenção dos sintomas.

Nos últimos 25 anos, a maioria das diretrizes de asma recomendou o tratamento de acordo com o nível de frequência dos sintomas. Para os pacientes com sintomas intermitentes, geralmente classificados como 2 dias ou menos por semana, são geralmente prescritos agonistas β2 de curta duração, enquanto apenas pacientes com asma persistente são elegíveis para terapia de corticosteroides inalatórios.

Baixa dose de corticosteroides inalados são altamente eficazes para reduzir as exacerbações de asma e mortalidade. Convencionalmente, o tratamento com corticosteroides inalados é recomendado para pacientes com sintomas em mais de 2 dias por semana, mas este critério tem escassa evidência.

Recentemente, o estudo realizado por Reddel e colaboradores avaliou a validade do limiar baseado em sintomas para iniciar o uso de corticosteroides inalados estabelecendo se existe uma resposta diferencial ao budesonida versus placebo para exacerbações graves de asma, função pulmonar e controle de sintomas entre subgrupos identificados pela frequência de sintomas de asma.

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Foram incluídos 7.138 pacientes no estudo, sendo 3.577 no grupo budesonida e 3.561 no placebo. A frequência dos sintomas iniciais foi de 0-1 dias por semana para 2.184 (31%) participantes, 1 ≤ 2 dias por semana para 1.914 (27%) e >2 dias por semana para 3.040 (43%).

Em pacientes com asma leve e recentemente diagnosticada, a budesonida reduziu pela metade o risco em longo prazo de eventos adversos sérios relacionados com a asma, reduziu o declínio da função pulmonar e melhorou o controle de sintomas no dia a dia em comparação com o placebo, mesmo em participantes com sintomas infrequentes.

Os resultados do estudo não apoiaram a restrição de corticosteroides inalados a pacientes com sintomas em mais de 2 dias por semana e sugerem que as recomendações de tratamento para asma leve devem considerar a redução do risco e os sintomas.

Veja também: ‘Como melhorar os resultados da asma pediátrica na emergência?’

Autor:

Referências:

  • IV Diretrizes brasileiras para manejo da asma. J Bras Pneumol. 2006;32(Suppl. 7):S447–74.
  • Reddel HK, Busse WW, Pedersen S, Tan WC, Chen Y-Z, Jorup C, et al. Should recommendations about starting inhaled corticosteroid treatment for mild asthma be based on symptom frequency: a post-hoc efficacy analysis of the START study. Lancet [Internet]. 2016;6736 (16):1–10. Available from: https://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S014067361631399X
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