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Risco de morte súbita durante relação sexual é muito baixo, mesmo em cardiopatas

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Em estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology e apresentado essa semana no congresso da American Heart Association, na Califórnia, pesquisadores investigaram o risco de morte súbita em homens e mulheres durante a relação sexual.

Cerca de 4.500 casos de morte súbita foram identificados em Portland, Oregon, entre 2002 e 2015 (idade média: 65,2 anos; 68% do sexo masculino). A análise mostrou que:

1) Menos de 1% dos casos (n = 34) foi ligado à atividade sexual, para uma incidência de 0,28 por cada 100 mil adultos por ano.
2) Quase 95% das paradas cardíacas relacionadas ao sexo ocorreram em homens.
3) A história de insuficiência cardíaca ou doença arterial coronariana foi semelhante nas paradas cardíacas relacionadas ou não ao sexo.

Veja também: ‘Morte súbita cardíaca: novo escore pode ajudar a prever risco’

O estudo teve duas importantes limitações destacadas pelos próprios autores: a falta de informações sobre a frequência de atividade sexual e a impossibilidade de avaliar o risco relativo em relação ao descanso e à atividade física. Por isso, esses resultados devem ser interpretados com cautela.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

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