Tag: Choque séptico

Choque séptico: fique por dentro da revisão mais recente

Este mês, pesquisadores da sepse publicaram um estudo revisional com as principais atualizações em choque séptico. Fique por dentro:

Insuficiência renal aguda no choque séptico: quando começar a diálise?

Nos casos de complicações graves, como hipercalemia, o início da diálise para tratamento da Insuficiência renal aguda deve ser imediato.

Choque séptico por organismo gram-negativo: há diferença no manejo?

Choque séptico é a hipotensão persistente com necessidade de drogas vasopressoras para manter pressão arterial média (PAM) acima de 65 mmHg e lactato sérico superior a 2 mmol/l (18 mg/dl).

Choque séptico refratário: quais as abordagens mais atuais?

Há um pequeno grupo de pacientes em choque séptico que acaba não respondendo à terapia e desenvolvem falência de múltiplos órgãos.

Saiba como fazer corticoterapia no choque séptico em terapia intensiva

A corticoterapia é bastante comum em Terapia Intensiva. Apesar de seu uso estar bem estabelecido, ainda há controvérsias sobre seus benefícios específicos.

Tiamina no choque séptico: existe benefício?

Estudo publicado na revista Critical Care Medicine em julho de 2018 sugere um potencial benefício da tiamina no tratamento de pacientes em choque séptico.

Lactato alto é sinônimo de má perfusão?

O lactato é importante marcador de gravidade e prognóstico na sepse e é hoje um dos critérios para definir choque séptico.

Corticoide e fludrocortisona no choque séptico: existem benefícios?

Artigo publicado no New England Journal Of Medicine tem como objetivo analisar o uso de hidrocortisona com fludrocortisona no choque séptico.

Ainda há lugar para a hidrocortisona no choque séptico?

A sepse grave e o choque séptico são causas importantes de morbidade e mortalidade em pacientes admitidos em unidades de terapia intensiva (UTI).

Choque séptico: mono versus dupla terapia antimicrobiana

Pesquisadores realizaram um estudo para avaliar a influência na mortalidade da monoterapia antimicrobiana em comparação com a dupla em pacientes com choque séptico.