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Uso de antibióticos orais é um fator de risco para nefrolitíase?

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Uso de antibióticos orais é um fator de risco para nefrolitíase? Em um novo estudo de caso-controle, publicado no Journal of the American Society of Nephrology, pesquisadores analisaram 12 classes de antibióticos para tentar associar com o risco de desenvolver pedra nos rins.

Para esse estudo, foram analisados os dados de mais de 13 milhões de crianças e adultos no Reino Unido, entre 1994 e 2015. Os pesquisadores utilizaram uma amostragem de densidade de incidência para comparar 25.981 pacientes com nefrolitíase a 259.797 controles.

Antibióticos e nefrolitíase

Após os ajustes, o uso de sulfonamida (OR = 2,33 [2,19 a 2,48]), cefalosporina (1,88 [1,75 a 2,01]), fluoroquinolonas (1,67 [1,54 a 1,81]), nitrofurantoína/metenamina (1,70 [1,55 a 1,88]) e penicilina de amplo espectro (1,27 [1,18 a 1,36]) foi associado à nefrolitíase.

Em análises exploratórias, a intensidade das associações foi maior para a exposição em idades mais jovens (p < 0,001) e 3 a 6 meses antes da data do diagnóstico de nefrolitíase (p < 0,001), com todas as penicilinas de amplo espectro permanecendo estatisticamente significativas 3 a 5 anos após a exposição.

Pelos achados, os pesquisadores concluíram que o uso de antibióticos orais está associado ao aumento do risco de nefrolitíase. Esses resultados podem ter implicações na patogênese da doença e no aumento da incidência de nefrolitíase.

Nefrolitíase: você sabe identificar e tratar?

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referências:

  • Gregory E. Tasian, Thomas Jemielita, David S. Goldfarb, Lawrence Copelovitch, Jeffrey S. Gerber, Qufei Wu, and Michelle R. Denburg. Oral Antibiotic Exposure and Kidney Stone Disease. J. Am. Soc. Nephrol. 2018 : ASN.2017111213v1-ASN.2017111213.

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