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Veja diretriz para tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa

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A Endocriny Society lançou no fim de março sua diretriz para tratamento da osteoporose em mulheres que estão na fase da pós-menopausa. O documento contém as principais recomendações e tratamento farmacológico às pacientes com a doença, principalmente aquelas com alto risco de fraturas, especialmente as que sofreram fraturas recentes. Os bisfosfonatos são a escolha inicial para reduzir o risco de fratura.

A continuidade do tratamento deve ser reavaliada após três a cinco anos de terapia e as pacientes com risco alto de fraturas devem prosseguir a usar as medicações, já as pacientes com risco baixo podem considerar a interrupção por até cinco anos.

As pacientes que já tem osteoporose e, portanto, risco alto de fraturas deve considerar terapia inicial com denosumab, esse tratamento não tem período de intervalo como aquele dos bisfosfonatos. As pacientes com altíssimo risco de fraturas, principalmente aquelas com fraturas graves ou múltiplas devem ser tratadas com teriparatida por pelo menos 2 anos, e após esse tempo, trocar a terapia para bisfosfonatos.

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Em algumas pacientes selecionadas (aquelas que não podem usar bisfosfonatos ou denosumab) podemos considerar o tratamento com raloxifeno, principalmente naquelas com alto risco para CA de mama e baixo risco para TVP. A tibolona pode ser considerada em pacientes com osteoporose e que também desejam realizar terapia de reposição hormonal (importante avaliar a indicação e risco desse medicamento).

Calcitonina só está indicada nos casos que todas as medicações acima não poderem ser utilizadas. Todas as pacientes devem receber suplementação de cálcio e vitamina D. A monitorização do tratamento se dá através de densitometria óssea a cada 1-3 anos, a dosagem do CTX e NTX também é útil.

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