Anvisa aprova registros de remdesivir e da vacina de Oxford - PEBMED

Anvisa aprova registros de remdesivir e da vacina de Oxford

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A Anvisa aprovou hoje, 12 de março, os registros da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a Covid-19 e do remdesivir, primeiro medicamento para tratamento da doença no Brasil.

Anvisa aprovou em 12 de março, os registros da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a Covid-19 e do medicamento Rendesivir, primeiro no país.

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Remdesivir

Produzido pela biofarmacêutica Gilead Sciences, o antiviral impede a progressão de Covid-19, diminuindo a necessidade de ventilação mecânica e acelera o tempo de recuperação.

Para a Dra. Rita Manzano Sarti, diretora médica sênior da Gilead Brasil, “muitas vidas poderão ser salvas num momento de pico da pandemia, desafogando o sistema de saúde e dando oportunidade para mais pacientes serem tratados adequadamente”.

Estudos globais, como o NIAID (Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos) apresentaram três evidências:

  • Pacientes hospitalizados se recuperaram cinco dias mais rápido, em média, e pacientes com doença grave, sete dias mais rápido. Pacientes graves representaram 85% da população do estudo.
  • O remdesivir reduziu a probabilidade de pacientes que estavam recebendo oxigênio em baixo fluxo progredirem para estágios mais graves de Covid-19.
  • No maior grupo de pacientes do estudo, aqueles que necessitavam de pouco oxigênio, houve uma redução significativa na mortalidade, de 9,9% para 2,6%.

O remdesivir está aprovado ou autorizado para uso temporário nos EUA, Austrália, Canadá, UE, Hong Kong, Índia, Israel, Japão, Cingapura, Coreia do Sul, Taiwan e Emirados Árabes Unidos. Ao todo, são mais de cinquenta países que podem utilizar o medicamento.

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AstraZeneca/Oxford

Também na data de 12 de março, a Anvisa aprova o registro definitivo da AstraZeneca/Oxford, segunda vacina, primeira produzida no Brasil. A primeira, da Pfizer, não tem previsão de data de distribuição ainda. A vacina de Oxford, como ficou conhecida, vem sendo utilizada nas campanhas de vacinação nacional em conjunto com a Coronovac, produzida pelo Instituto Butantan e teve sua autorização para uso emergencial concedida em 17 de janeiro e solicitou autorização definitiva no

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED.

Referências bibliográficas:

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