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Comportamento sexual de risco entre mulheres adolescentes e jovens brasileiras: um estudo de base comunitária

DST – Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis
Comportamento sexual de risco entre mulheres adolescentes e jovens brasileiras: um estudo de base comunitária

Caroline Ferreira dos Anjos, Maria de Fátima Costa Alves, Silvia Helena Rabelo-Santos, Rosane Ribeiro Figueiredo-Alves
Vol 30 N2, 2018 – DOI: 10.5533/DST-2177-8264-201830102

Introdução

Comportamento sexual de risco entre adolescentes resulta em altas taxas de infecções sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.

Objetivo

Estimar a prevalência e identificar os fatores sociodemográficos associados ao início precoce da atividade sexual e ao uso inconsistente do preservativo masculino entre mulheres adolescentes e jovens.

Métodos

Estudo transversal, de base comunitária, com 1.072 mulheres realizado entre 2007 e 2009. As participantes tinham entre 15 e 24 anos, residentes em três cidades de médio porte do estado de Goiás, Região Centro-Oeste do Brasil. Dados sociodemográficos e comportamentais foram coletados por meio de questionário estruturado. Análises de regressão logística com cálculo de e ajustado foram realizadas com intervalo de confiança de 95% (IC95%) e significância estatística de 5% (p<0,05). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética.

Resultados

Das 1.072 entrevistadas, 64,9% eram sexualmente ativas, entre as quais 46,4% reportaram iniciação sexual aos 15 anos ou menos, e 73,2% reportaram uso inconsistente do preservativo masculino. Os fatores associados com a iniciação sexual precoce foram idade menor que 20 anos, ter menos que oito anos de escolaridade e não possuir religião, com de 3,13 (IC95% 2,22-4,40), 6,21 (IC95% 4,41 -9,32) e 2,05 (IC95% 1,17-3,58), respectivamente. O fator associado ao uso inconsistente do preservativo foi o estado civil casada ou união estável, com de 4,63 (IC95% 2,86-7,50).

Conclusão

A prevalência de comportamento sexual de risco entre mulheres adolescentes e jovens brasileiras é elevada em consequência de fatores socioeconômicos e culturais.

Esse é trecho do artigo publicado no Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis. Para acessar gratuitamente a versão completa, clique aqui.

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