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Covid-19: Ministério da Saúde oficializa quarta dose para idosos acima de 70 anos

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O Ministério da Saúde publicou uma nota técnica em que oficializa a recomendação da quarta dose (segunda dose de reforço) para a população acima de 70 anos.

Os moradores de casas de repouso, asilos, abrigos ou ainda vivendo em residência inclusiva (moradia para jovens e adultos com alguma deficiência, oferecida pelo Serviço de Acolhimento Institucional) estão elegíveis para receber a nova dose a partir de 60 anos.

quarta dose

Vacinas utilizadas

De acordo com a orientação da pasta, deve ser utilizado, preferencialmente, o imunizante da Pfizer quatro meses após a aplicação da primeira dose de reforço. De maneira alternativa, podem ser usadas as vacinas da Janssen ou da AstraZeneca, independentemente da dose utilizada anteriormente.

Estudos mostraram que essa estratégia aumenta em mais de cinco vezes a imunidade uma semana após a aplicação. Até então, a segunda dose de reforço era recomendada apenas para idosos acima de 80 anos e imunossuprimidos.

Com a nova recomendação, essa etapa da campanha passa a ter mais de 14 milhões de brasileiros como público-alvo.

Para que a logística da campanha de vacinação aconteça normalmente, sem contratempos, estados e municípios devem seguir a nova orientação, de acordo com a disponibilidade de doses. Desta maneira, devem ser priorizadas as faixas etárias mais avançadas, acima de 90 anos, seguida de 80 a 89 anos e assim sucessivamente, até que todos os idosos sejam imunizados com a quarta dose.

Quarta dose já está adiantada em alguns estados

Mesmo antes do Ministério da Saúde oficializar a recomendação da quarta dose para a população acima de 70 anos, alguns estados e até municípios já havia anunciado a medida, como São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Pará, Amazonas, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal e a capital do Rio de Janeiro.

O governo de Minas Gerais foi além, ampliando a vacinação da quarta dose para idosos acima de 60 anos. A decisão foi anunciada no dia 29 de abril pelo secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), o médico Fábio Baccheretti.

Leia também: Comparando resposta de anticorpos no leite materno após vacinação para covid-19

Primeiros países a recomendar a quarta dose

Em janeiro, os conselhos consultivos da pandemia e da vacinação contra a Covid-19 de Israel recomendaram a ampliação da quarta dose para toda a população adulta do país.

Em uma nota enviada para a imprensa, o Ministério da Saúde informou que os conselhos de especialistas se basearam em dados que apontaram um aumento de três a cinco vezes na proteção contra doenças graves em indivíduos que receberam a quarta dose.

Na América Latina, o Chile foi o primeiro país a administrar uma quarta dose para indivíduos com sistema imunológico enfraquecido e maiores de 55 anos.

Em seguida, a Dinamarca se juntou a Israel e ao Chile para oferecer uma quarta dose para pessoas com sistema imunológico comprometido. Foi também o primeiro país europeu a fazer o anúncio.

Já na Austrália, o principal grupo consultivo de vacinas aprovou no final de março a quarta vacina para grupos vulneráveis: maiores de 65 anos, indígenas com mais de 50 anos, imunocomprometidos e residentes em asilos.

Nos Estados Unidos, autoridades sanitárias americanas também aprovaram na mesma época a aplicação da quarta dose, visando mais proteção contra doenças graves e hospitalização. A recomendação é a de que a vacina seja administrada em adultos acima de 50 anos.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

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# Ministério da Saúde recomenda segunda dose de reforço contra a Covid-19 para idosos acima de 70 anos. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/abril/ministerio-da-saude-recomenda-segunda-dose-de-reforco-contra-a-covid-19-para-idosos-acima-de-70-anos #  Nota Técnica n°28. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/coronavirus/vacinas/plano-nacional-de-operacionalizacao-da-vacina-contra-a-covid-19/notas-tecnicas/2022/nt-28_2022.pdf
Referências bibliográficas:

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