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Disfunção erétil masculina: como o generalista pode abordar?

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A disfunção erétil ocorre quando há dificuldade em começar ou manter a ereção. Esse problema atinge principalmente homens com mais de 40 anos, e pode ter causa orgânica ou psicogênica.

É importante abordar a relação do paciente com a disfunção, a relação do parceiro(a) e como o casal tem lidado com isso. É comum haver uma cobrança do paciente com seu desempenho sexual, assim como uma cobrança da pessoa com quem se relaciona.

O paciente deve receber uma avaliação no exame físico que contemple medida de PA, exame cardiovascular, medida de IMC, busca por sinais de resistência insulínica, hipogonadismo, doença renal e hepática.

De acordo com os achados do exame físico, deve-se considerar pedir exames laboratoriais que contemplem medidas de hemoglobina glicada, testosterona e lipidograma. Medidas de LH e FSH só devem ser realizadas após testosterona sérica estar alterada. Caso o paciente tenha fatores de risco cardiovascular, como hipertensão, diabetes e dislipidemia, considerar um teste de esforço já que disfunção sexual pode estar associada a doença cardiovascular.

Você sabia? ‘Mais de 50% dos homens com diabetes têm disfunção erétil’

Fornecer suporte ao paciente, mostrar-se disponível e que o consultório é um ambiente sigiloso melhoram o tratamento. Alguns pacientes podem precisar de terapia psicossexual. O tratamento deve focar a causa da doença. Além disso, uso de inibidores de fosfodiesterase pode ser feito em pacientes com boa tolerância a droga e que não tenham hipotensão ou façam uso de nitratos.

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Autor:

Referências:

  • Erectile Dysfunction , Dynamed, novembro de 2017

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