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Fatores de risco para esteatose hepática em obesos vs magros

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A patogênese da esteatose hepática não alcoólica está intimamente associada à co-ocorrência de múltiplas condições patológicas, que caracterizam a síndrome metabólica, a obesidade em particular. No entanto, a doença hepática também se desenvolve em indivíduos magros, cujos fatores de risco ainda não são compreendidos.

Para avaliar essa questão, pesquisadores realizaram uma meta-análise de 15 estudos, com dados dos pacientes magros (n = 1.966) e obesos (n = 5.938) com esteatose hepática não alcoólica; pessoas magras (n = 9.946) e obesas (n = 6.027) sem a doença serviram como controles.

Em comparação aos controles magros, pacientes magros com esteatose eram mais velhos (3,79 ± 0,72 anos, p = 1,36 × 10-6) e exibiam todo o espectro dos fatores de risco da síndrome metabólica. Especificamente, eles tiveram um aumento significativo (p = 10-10) nos níveis de glicose plasmática (6,44 ± 1,12 mg/dL) e HOMA-IR (0,52 ± 0,094 unidades), lipídios no sangue (triglicerídeos: 48,37 ± 3,6, p = 10-10 e colesterol total: 7,04 ± 3,8, mg/dL, p = 4,2 × 10-7), pressão arterial sistólica (5,64 ± 0,7) e diastólica (3,37 ± 0,9), e circunferência da cintura (5,88 ± 0,4 cm, P = 10-10).

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No entanto, as alterações gerais no grupo de obesos foram muito mais severas quando comparadas com indivíduos magros, independentemente da presença da esteatose. A meta-regressão sugeriu que a doença hepática é um modificador do nível de lipídios no sangue.

Pelos resultados, os pesquisadores concluíram que pacientes magros e obesos com esteatose hepática não alcoólica compartilham um perfil metabólico e cardiovascular alterado. Os magros, apesar do peso corporal normal, mostraram excesso de tecido adiposo abdominal, assim como outros sintomas da síndrome metabólica.

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Referências:

  • Sookoian S, Pirola CJ. Systematic review with meta-analysis: risk factors for non-alcoholic fatty liver disease suggest a shared altered metabolic and cardiovascular profile between lean and obese patients. Aliment Pharmacol Ther. 2017;46:85–95. https://doi.org/10.1111/apt.14112
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