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Febre Amarela: veja as recomendações do Ministério da Saúde

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Devido a atual situação da febre amarela no Brasil, o Ministério da Saúde publicou recentemente uma nota informativa com intuito de descrever a situação epidemiológica da doença e as recomendações para intensificação da vigilância.

A febre amarela é uma doença febril aguda, não contagiosa, de curta duração, cuja letalidade varia de 5 a 10% nos casos oligoassintomáticos, podendo chegar a 50% nos casos graves. Apresenta ocorrência endêmica no país, principalmente na região amazônica. Em outras regiões, observa-se surtos da doença esporadicamente quando o vírus encontra uma população susceptível (pessoas não vacinadas).

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Ações de vigilância, prevenção e controle da doença são importantes e imprescindíveis, pois foram observadas epizootias em primatas não humanos em períodos considerados de baixa ocorrência. Tal fato é considerado de relevância epidemiológica por sinalizar evento como possível ameaça de saúde pública, além de ser um indicativo de que as condições para transmissão estão favoráveis.

Casos de febre amarela foram registrados nos estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins, Distrito Federal e Minas Gerais durante o ano de 2016. Mais recentemente, no início de janeiro de 2017, casos prováveis de febre amarela silvestre foram notificados em Minas Gerais.

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Devido ao potencial de disseminação e transmissão bastante elevado, é importante que a notificação dos casos suspeitos de febre amarela seja realizada o mais rápido possível, em até 24 horas (doença de notificação imediata).

As medidas de vigilância e controle para a febre amarela ocorrem a partir da notificação de evento suspeito, visando a detecção precoce e a resposta coordenada dos serviços de saúde pública. A vacina é recomendada principalmente para as pessoas que moram ou vão viajar para áreas com indícios de febre amarela. Está disponível, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), em todas as unidades de saúde, e deve ser administrada pelo menos 10 dias antes do deslocamento para áreas de risco (vacinação preventiva).

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Referências:

  • Ministério da Saúde (Brasil). Nota informativa nº02/2017 – Informa a situação epidemiológica da Febre Amarela e as recomendações para intensificação da vigilância no Brasil. Brasília. 2017. 19 p.

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