Pebmed - Notícias e Atualizações em Medicina
Cadastre-se grátis
Home / Cardiologia / Importância da RM na síndrome coronariana aguda com CAT normal
sindrome coronariana aguda

Importância da RM na síndrome coronariana aguda com CAT normal

Acesse para ver o conteúdo
Esse conteúdo é exclusivo para usuários do Portal PEBMED.

Tenha acesso ilimitado a todos os artigos, quizzes e casos clínicos do Portal PEBMED.

Faça seu login ou inscreva-se gratuitamente!

Preencha os dados abaixo para completar seu cadastro.

Ao clicar em inscreva-se, você concorda em receber notícias e novidades da medicina por e-mail. Pensando no seu bem estar, a PEBMED se compromete a não usar suas informações de contato para enviar qualquer tipo de SPAM.

Inscreva-se ou

Seja bem vindo

Voltar para o portal

Tempo de leitura: < 1 minuto.

Os pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA) de alto risco devem realizar coronariografia (CAT) na mesma internação. Contudo, até 15% podem não apresentar lesões obstrutivas relevantes (>50%). Muitos desses pacientes são classificados como MINOCA: infarto do miocárdio sem obstrução coronariana macrovascular. Nesse cenário, há dúvidas sobre o melhor tratamento, mas a maioria acaba mantendo antiplaquetário, estatina e iECA. 

Um estudo recente avaliou o uso da RM nesse grupo de pacientes com SCA e CAT sem lesões obstrutivas. Foram recrutados em um único centro da Inglaterra 410 pacientes (de um total de 11 mil SCA), com idade média 56 anos, 48% de mulheres, 13% hipertensos, 6% diabéticos e 7% tabagistas. A RM foi realizada na maioria até 40 dias após a alta hospitalar. 

RM na SCA com CAT normal

Resultados

Em linha com estudos anteriores, a RM mostrou que menos da metade dos pacientes tinham IAM mesmo, ou seja, poucos eram MINOCA de fato!

Além disso, após análise multivariada, os únicos dois fatores preditores de mortalidade foram ECG com supraST na admissão e cardiomiopatia na RM.

Qual a importância prática?

Quando houver um paciente com SCA e CAT sem lesões > 50%, a RM é útil para identificar quem de fato é IAM (MINOCA), e que, portanto, deve seguir com AAS/estatina, e quem tem outras etiologias com tratamento específico, como ICFER e miocardite.

sindrome coronariana aguda

Autor:

Referências bibliográficas:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

×

Adicione o Portal PEBMED à tela inicial do seu celular: Clique em Salvar na Home Salvar na Home e "adicionar à tela de início".

Esse site utiliza cookies. Para saber mais sobre como usamos cookies, consulte nossa política.