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Influenza 2018: o que precisamos saber

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Com a chegada do outono, começamos a lidar com uma redução da temperatura e da umidade relativa do ar. Dessa forma, entramos no período de maior risco para doenças infecciosas que tipicamente acometem o trato respiratório, como gripes e resfriados. Já estamos durante a fase de campanha de vacinação contra influenza, indicada para: crianças de 6 meses a 5 anos de idade, maiores de 60 anos, profissionais de saúde, população do sistema carcerário, etc. Esses grupos chegam a representar quase 25% da população do país.

Expectativas

Nossas dificuldades envolvem os subtipos de vírus e a cobertura vacinal. Por quê? No início do ano, no hemisfério norte, tivemos muitos casos de H3N2 e a vacina para este subtipo é de difícil desenvolvimento em parte por mutações pontuais. Além disso, para este subtipo, os quadros parecem ter sido mais graves com maior necessidade de hospitalização e maior número de óbitos, sobretudo na população mais sujeita a isso: idosos e portadores de doenças crônicas.

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Brasil

Tivemos casos de H1N1 em Goiás e outras cidades do Centro-Oeste. No Sudeste, o H3N2 parece ser predominante. As vacinas que estão sendo aplicadas aqui no Brasil parecem ser mais eficazes na cobertura do H3N2 do que a que foi aplicada nos EUA e Europa antes do inverno há cerca de 6 meses. A vacina também parece ser bem eficaz contra o H1N1.

É importante lembrar que quando se trata de influenza, é importante estar muito atento. Principalmente se olharmos para os últimos 10 anos, o comportamento do vírus e suas epidemias/pandemias podem nos surpreender.

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Referências:

  • Boletim SBI abril 2018 – editorial por Sérgio Cimerman (pág 1) e Nancy Bellei (pág 13);

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