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Mais um ensaio clínico de vacina contra a Covid-19 é autorizado pela Anvisa

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Na última semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou mais um ensaio clínico de vacina contra a Covid-19. Esta é a quarta vacina autorizada para testes no país, dessa vez de uma divisão farmacêutica da Johnson-Johnson, a Jansen-Cilag. A vacina Ad26.COV2.S é composta de um vetor recombinante, não replicante, de adenovírus tipo 26 (Ad26), construído para codificar a proteína S (Spike) do SARS-CoV-2.

A aprovação foi dada para a realização de um ensaio clínico de fase 3, randomizado, duplo cego, usando a Ad26.COV2.S versus placebo. As fases 1 e 2 da vacina foram conduzidas nos Estados Unidos e na Bélgica, e tiveram início em julho. Segundo a Anvisa, o embasamento para a liberação se deu a partir de estudos não clínicos com a vacina e dados não clínicos e clínicos acumulados de outras vacinas que utilizam Ad26.

Estima-se que 60 mil voluntários participem da fase 3, sendo 7 mil no Brasil. Os testes devem ser conduzidos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Norte.

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Vacina contra Covid-19

Até o momento, outras tês vacinas contra a Covid-19 estão em testes no país. Uma delas é a candidata da Universidade de Oxford/AstraZeneca, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, desenvolvida através da plataforma tecnológica de vírus não replicante. Embora seja baseada uma nova tecnologia, ela já foi testada anteriormente para outras enfermidades, como nos surtos de ebola e síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS), sendo semelhante a outras plataformas de Bio-Manguinhos/Fiocruz, o que facilita a sua implantação em menos tempo.

A segunda autorizada foi a Coronavac, da empresa chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan e o Governo do Estado de São Paulo, produzida a partir de cepas inativadas do vírus. Os testes tiveram início ainda no mês de julho.

A última foi a vacina denominada BNT162b2, da empresa alemã BioNTech em parceria com farmacêutica americana Pfizer. Essa vacina é baseada em ácido ribonucleico (RNA), que codifica um antígeno específico do novo coronavírus. O RNA é traduzido pelo organismo humano em proteínas que induzirão a uma resposta imunológica.

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Ensaios clínicos

Os ensaios clínicos para vacinas possuem três fases. A primeira é quando a vacina é testada em pequenos grupos de pessoas, normalmente adultos saudáveis, com o objetivo de verificar a segurança e determinar o tipo de resposta imune provocada pela vacina. Nessa fase também podem ser realizados estudos de desafio, a fim de selecionar os melhores projetos de vacina para seguirem à fase seguinte.

Na segunda fase, os testes são em grupos maiores. Dessa forma, buscando o público-alvo da vacina (bebês, crianças, adolescentes, adultos, idosos ou imunocomprometidos), quando, além da segurança, são avaliados imunogenicidade, posologia e modo de administração.

Você pode obter mais informações sobre Covid-19 na nova edição da Revista PEBMED

Na última fase, onde as candidatas estão vindo para o Brasil, a vacina é administrada a uma grande quantidade de pessoas, normalmente milhares, para que sua eficácia e segurança sejam confirmadas, entendendo que ela pode proteger com o mínimo de reações adversas.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referência bibliográfica:

  • ANVISA. Covid-19: Anvisa autoriza novo ensaio clínico de vacina. Portal Anvisa. Disponível online.
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