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Novos enfermeiros fazem mais horas extras e muitos têm segundo emprego

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Apesar de oficialmente os profissionais de enfermagem trabalharem 40 horas semanais (e na luta pela redução para 30 horas semanais), o que se vê na prática não é o que afirma a teoria. Jornadas extensas, plantões extenuantes, horas extras e cotidiano estressante fazem com que os enfermeiros estejam entre os profissionais com maior comprometimento da saúde mental. Fora a rotina desgastante, os enfermeiros sofrem com baixos salários e, muitas das vezes, precisam exercer outras atividades a fim de complementar a renda.

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Carga horária dos enfermeiros

Um estudo realizado recentemente analisou o trabalho de enfermeiros recém admitidos na profissão e comparou as jornadas, extensão do turno diário, horas semanais trabalhadas, segundo emprego e horas extras destes novos profissionais. O levantamento usou dados de quatro coortes americanos com base em registros nacionais. Os enfermeiros analisados foram contratados entre agosto de 2004 e julho de 2005.

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Os enfermeiros foram randomizados por amostragem com base em uma análise hierarquizada de fatores, aplicada em 13 Estados a na capital americana (Washington D.C). A mesma técnica de amostragem foi utilizada nos coortes posteriores de 2009, 2012 e 2016. Os pesquisadores enviaram aos participantes um questionário com perguntas sobre nível educacional, atributos laborais, dados demográficos e informações comportamentais. O estudo ofereceu aos indivíduos o valor de 5 US$.

Resultados

O estudo concluiu que, em média, os profissionais de enfermagem trabalham em turnos de 12 horas diárias ou mais, e um entre 10 enfermeiros exerce uma segunda atividade (11,6% a 14,6% em todos os coortes). No total, 12% eram obrigados a fazer horas extras durante a semana, enquanto 45,6% trabalhavam além do horário de maneira voluntária.

Referências:

  • Stimpfe, A. W., Fletcher, J. and Kovner, C. T. (2019), A comparison of scheduling, work hours, overtime and work preferences across four cohorts of newly licensed registered nurses. J Adv Nurs. Accepted Author Manuscript. doi:10.1111/jan.13972

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Um comentário

  1. Fátima farias

    Boa tarde .Sou enfermeira, e posso afirmar quanto e desgastante mal remunerada está classe de profissionais . Desde o profissional aux.de enfermagem o técnico e o enfermeiro. E um profissional que precisa estar se atualizando constantemente para dar um atendimento de quaalidade..mas fica a desejar pelas jornadas imensas de plantões para ganhar mas.. Os cursos de pós ou cursos técnicos de aperfeiçoamentos mesmo ead caros…CADE o valor para estes profissionais que faz linha de frente nesta pandemia. Há muitos anos lutando inplorando para diminuir jornada de trabalho para 30 horas salários descente digno de um profissional que quando se aposenta não tem o luxo de ter qualidade de vida por conta de um salário rebaixado por conta da idade insalubridade sem aposentadoria especial porque as leis do INSS os profissionais do INSS são negligentes porque não conhecem a realidade destes profissionais..Outra situação entra o fator previdenciário (assalto sem arma porque saqueaparte do seu salario .E até quando está injustiça.Quem inventou este tal fator previdenciário.???????com certeza está aposentado com salário milionário..Quem sabe precisa de muito dinheiro para morada no céu.

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