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O que fazer com lesões hiperecoicas renais no ultrassom quando ≤ 1 cm?

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Em artigo do American Journal of Roentgenology (AJR), pesquisadores objetivaram determinar os desfechos de lesões hiperecoicas renais que medem 1 cm ou menos no exame de ultrassom.

Esse estudo retrospectivo incluiu 161 lesões renais hiperecoicas ≤ 1 cm no ultrassom, que foram avaliadas com exames de imagem de follow-up (US, TC ou RM). Estes foram revisados para avaliar a caracterização definitiva da lesão ou a estabilidade do tamanho.

Na TC ou na RM, 58,4% das lesões foram confirmadas como angiomiolipomas. Na TC, uma lesão representava uma pedra e outra um cisto hiperdenso. Na TC ou na RM, 11,8% das lesões não apresentaram correlação; 3,1% não foram visualizados no ultrassom de follow-up; 23,6% foram estáveis no exame de follow-up de 2 anos ou mais.

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Duas lesões foram avaliadas apenas com TC com contraste aumentado menos de 1 mês após o ultrassom, e as imagens da TC não apresentaram gordura ou calcificação macroscópica ou satisfaziam os critérios para um cisto simples. Essas lesões foram consideradas indeterminadas.

Uma lesão em um homem de 65 anos de idade foi imaginada com TC com contraste aumentado 23 meses após a ultrassonografia e mostrou aumento no tamanho, aprimoramento sólido e sem gordura macroscópica. Esta lesão foi presumida como representando carcinoma de células renais.

Em geral, 98,1% das lesões foram considerados clinicamente insignificantes.

Com base nos achados, os pesquisadores concluíram que a maioria das lesões renais hiperecogênicas que medem 1 cm ou menos é clinicamente insignificante, sugerindo que tais lesões podem não precisar de exames adicionais. A demografia do paciente, os sintomas e os fatores de risco para malignidade podem ajudar a informar a decisão correta.

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*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referências:

  • Do Incidental Hyperechoic Renal Lesions Measuring Up to 1 cm Warrant Further Imaging? Outcomes of 161 Lesions. Ankur M. Doshi, Abimbola Ayoola, and Andrew B. Rosenkrantz. American Journal of Roentgenology 2017 209:2, 346-350 (http://www.ajronline.org/doi/10.2214/AJR.16.17490)

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