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Staphylococcus aureus

Rifampicina como adjuvante melhora desfecho no tratamento da bacteremia por S. aureus?

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Tempo de leitura: 2 minutos.

A bacteremia por Staphylococcus aureus é uma causa comum de infecção adquirida em todo o mundo. Em novo estudo da revista Lancet, pesquisadores testaram se rifampicina como terapia adjuvante melhora o desfecho do tratamento ou a recorrência da doença.

Para esse estudo, que foi multicêntrico, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, 758 adultos (≥ 18 anos) com bacteremia por S. aureus que receberam ≤ 96 horas de antibioticoterapia foram recrutados de 29 hospitais do Reino Unido, entre 2012 e 2016.

Os participantes foram randomizados para receber duas semanas de rifampicina como adjuvante (600 mg ou 900 mg por dia, de acordo com o peso; oral ou intravenoso) versus placebo (mesmo esquema), juntamente com a antibioticoterapia padrão com flucloxacillina por 29 dias.

O desfecho primário foi o tempo para falha confirmada no tratamento, ou recorrência de doença, ou morte por todas as causas, desde a randomização até 12 semanas.

Quatrocentos e oitenta e cinco (64%) participantes tiveram infecções por S. aureus adquiridas na comunidade, 132 (17%) apresentaram infecções hospitalares e 47 (6%) apresentaram infecções resistentes a meticilina.

Resultados

Na semana 12, 17% dos participantes que receberam rifampicina versus 18% que receberam placebo experimentaram falha no tratamento ou recorrência da doença, ou morreram (p = 0,81). Da randomização até a 12ª semana, não foram observadas evidências de diferenças nos eventos adversos graves (p = 0,17); no entanto, 17% dos participantes do grupo rifampicina versus 10% no grupo placebo apresentaram eventos adversos relacionados a antibióticos (p = 0,004).

Pelos achados, os pesquisadores concluíram que a rifampicina como adjuvante não forneceu nenhum benefício geral em relação à terapia antibiótica padrão em adultos com bacteremia por S. aureus.

Veja também: ‘3 dicas fundamentais no tratamento da bacteremia por S. aureus’

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

Referências:

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